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Grécia: Agenda Eleitoral, Crise dos Refugiados e “Unidade Popular”

Grécia: Agenda Eleitoral, Crise dos Refugiados e “Unidade Popular”

O jornalista grego Kostis Kekeliadis divulga as suas notas após a viagem às ilhas onde têm chegado os refugiados, Lesbos e Kos.

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Onde está a democracia em Angola

Onde está a democracia em Angola

As sucessivas violações da liberdade de expressão e reunião, bem como os recorrentes actos de perseguição a todos aqueles que se insurgem contra o carácter ditatorial do regime de José Eduardo dos Santos, motivaram, nas últimas semanas, tomadas de posição oriundos de vários sectores que procuram romper com o manto de silêncio que cobre Angola.

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NÃO, mais austeridade NÃO!

NÃO, mais austeridade  NÃO!

Texto de resposta a Marisa Matias, eurodeputada do Bloco de Esquerda

Marisa Matias (MM), Eurodeputada e dirigente do Bloco de Esquerda (BE), tem explicado no blog do gabinete do BE no Parlamento Europeu (pauzinho-na-engrenagem.net), “as razões pelas quais não corr[eu] a tirar o tapete ao Syriza”, após o acordo com as instituições europeias que terminou com um pacote de austeridade que ascende aos 13 mil milhões €, para os próximos 3 anos.

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Do absurdo ao trágico

Do absurdo ao trágico

Aqueles que conduzem a Grécia e a sua esquerda à rendição devem ser confrontados

Artigo de Stathis Kouvelakis em Jacobin

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Não é não! Nenhum plano de austeridade.

Não é não! Nenhum plano de austeridade.

Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional

O categórico triunfo do NÃO no referendo grego (61,29%) é, contra todos os obstáculos, uma vitória do povo.

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Seguir o exemplo Grego: referendo à austeridade também em Portugal!

Seguir o exemplo Grego: referendo à austeridade também em Portugal!

Mais de 61% dos Gregos disseram não ao acordo com que a União Europeia quer esmagar o povo grego. É uma gigantesca vitóra também para nós, jovens e trabalhadores portugueses e um soco no estômago na Europa da austeridade. O caminho da austeridade inevitável era uma mentira na Grécia como é em Portugal.

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OXI! OXI no referendo e nas negociações com o BCE/UE!

OXI! OXI no referendo e nas negociações com o BCE/UE!

         Sem dúvida, o eixo da situação política grega passa até ao próximo Domingo por fazer campanha a favor do “OXI/não” ao acordo com a “troika” (pouco interessa o nome e pouco interessa se o FMI está formalmente presente ou não).

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Grécia: Entrevista a uma jovem grega

Grécia: Entrevista a uma jovem grega

Dimitra G. é uma jovem grega que habita em Lesvos. Com 29 anos de idade, é uma arquitecta desempregada e faz PhD em História. O MAS falou com ela para perceber qual a sua opinião sobre a actual situação grega.

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Grécia: o povo grego volta a vincar o “Não” à austeridade!

Grécia: o povo grego volta a vincar o “Não” à austeridade!

“Não admitimos ser mais humilhados!”, este parece ser o sentimento predominante no seio do povo grego. Foi, aliás, este o sentimento, ou seja, o repúdio a mais austeridade, que levou o Syriza ao governo.

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Grécia: em resposta à exigência imperialista, suspender o pagamento da dívida e nacionalizar os bancos

Grécia: em resposta à exigência imperialista, suspender o pagamento da dívida e nacionalizar os bancos

Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional

Estão em curso negociações entre o governo grego e os dirigentes do imperialismo europeu.

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Estado Espanhol: o novo cenário pós-eleitoral e as investiduras para os novos governos locais

Estado Espanhol: o novo cenário pós-eleitoral e as investiduras para os novos governos locais

Resolução do Comité Estatal de Corriente Roja, partido irmão do MAS no estado espanhol, sobre as eleições autonómas e municipais em Espanha do passado dia 24 de maio de 2015.

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Mediterrâneo: o mar nosso onde os outros morrem

Mediterrâneo: o mar nosso onde os outros morrem
Uma sensação de escândalo e repúdio apoderou-se da opinião pública logo que os media revelaram os contornos do afundamento de um barco transportando imigrantes que demandavam a Europa Ocidental do qual resultou a morte de, pelo menos, 700 pessoas.
As imagens e os relatos dos sobreviventes deste miserável naufrágio atraíram os holofotes da
imprensa internacional para o drama de milhares de homens, mulheres e crianças que, provenientes da África e da Ásia, arriscam a vida em frágeis embarcações sobrelotadas para fugirem da extrema pobreza, da fome e da guerra.
Um drama ininterrupto que roubou a vida a 1700 pessoas desde o início deste ano, imigrantes que pagaram um preço demasiado elevado ao colocarem-se nas mãos das redes de tráfico humano.
Nesse sentido, a repulsa da opinião pública dirigiu-se para os cabecilhas dessas redes, cujos agentes ainda procuraram passar despercebidos entre os sobreviventes. No entanto, as instituições e os governos europeus não se livraram do juízo severo da população europeia que questionou a inação da União Europeia no socorro aos náufragos. Esta atitude negligente patenteada pelos organismos europeus deita por terra os ideais da liberdade, da igualdade e da fraternidade em nome de uma Europa de portas fechadas ao exterior. Ao mesmo tempo um racismo latente expressa-se na crescente aceitação de partidos de ideologia racista e xenófoba, num continente envelhecido, “estéril” e carente de mão-de-obra que alimente um Estado Social em declínio. Na verdade, tal política tem como resultado o perpetuar da exploração dos poucos imigrantes que conseguem atingir o El Dourado onde os espera a condição de “sem papéis” e “ilegais”.
A existência deste contigente de estrangeiros sem documentos, logo, sem direitos e recebendo baixos salários, vai necessariamente, contribuir para a compressão dos salários e direitos dos trabalhadores europeus. No fundo, está em causa o papel da Europa, quer enquanto instigador de guerras em África
e no Médio Oriente, quer, sobretudo, no perpetuar dos desequilíbrios entre Norte e Sul.
Ao mesmo tempo que África e Ásia veem cristalizado o seu papel de fornecedores de matéria-prima e de mão-de-obra quase escrava, prolongando no tempo algo que acontece desde os séculos XV e XVI. Uma última palavra para os dirigentes africanos. Já não alimentamos grandes esperanças no seu desempenho na melhoria das condições de vida dos povos que governam. Estranhamos, contudo, o seu silêncio face à dimensão e gravidade dos acontecimentos.
Urge exigir às instituições europeias uma real assistência humanitária aqueles que procuram uma vida melhor na Europa. Dramas como o que sucedem no Mediterrâneo só poderão terminar quando se abandonar a ideia de uma Europa fechada aos não europeus e forem criadas mecanismos que façam com que aqueles que nos procuram sejam tratados como cidadãos de plenos direitos.

Uma sensação de escândalo e repúdio apoderou-se da opinião pública logo que os media revelaram os contornos do afundamento de um barco transportando imigrantes que demandavam a Europa Ocidental do qual resultou a morte de, pelo menos, 700 pessoas.

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Eleições britânicas indicam sinais de mudança

Eleições britânicas indicam sinais de mudança

Dentro de dois meses, num momento de profundas transformações no continente europeu, acontecerão as eleições para o parlamento britânico. Após anos de austeridade e cortes, mas também de resistência dos trabalhadores e da juventude, as mudanças no cenário político impõem-se. As próximas eleições gerais do Reino Unido serão as mais turbelentas e imprevisíveis desde a Segunda Guerra Mundial.

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PODEMOS: todo o mundo é composto de mudança!

PODEMOS: todo o mundo é composto de mudança!

A base, a vanguarda e a direcção são três partes dos fenómenos políticos, não é possível analisá-las como um todo único e monolítico, fora do momento actual da luta de classes e das suas catacterísticas.

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