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Solidariedade com Afrin, al-Ghouta, Idlib contra todos os ataques militares

Solidariedade com Afrin, al-Ghouta, Idlib contra todos os ataques militares

Face aos acontecimentos recentes na guerra civil da Síria, nomeadamente à invasão por parte da Turquia da província de Afrin localizada no Curdistão Sírio e aos bombardeamentos do regime de Assad nas cidades de Idlib e al-Ghouta, reproduzimos a declaração da Aliança dos Socialistas do Médio Oriente1, publicada originalmente a 24 de Janeiro no site da organização.

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A luta na Palestina hoje

A luta na Palestina hoje

Neste ano há várias datas marcantes para a Palestina: Há 100 anos, a Declaração Balfour, da Inglaterra, favorecia a criação de um “lar nacional judaico” para os judeus, que eram 10% da população; há 70 anos, a ONU votou a Partilha da Palestina, que dividiu o país, dando 51% da área para a minoria judaica de 30% da população; logo após, os sionistas iniciavam a limpeza étnica que expulsou 80% dos palestinos; há 50 anos, em 1967, Israel ocupou “provisoriamente” o restante da Palestina.

 

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Um feminismo para os 99%: as mulheres entrarão em greve em 2018

Um feminismo para os 99%: as mulheres entrarão em greve em 2018

Em 8 de março, entraremos em greve contra violência de gênero – contra homens que cometem violência e contra o sistema que os protege.

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Sem Lenin e as teses de abril teria o bolchevismo vencido em Outubro?

Sem Lenin e as teses de abril teria o bolchevismo vencido em Outubro?

A história esclarece duas grandes “crises internas” do bolchevismo no ano da revolução. Na primeira, Lênin, que acabara de voltar da Suiça, apresenta suas “Teses de Abril” e “rearma” po­Iíticamente o seu partido para a guerra contra o regime de fe­vereiro; na segunda, no penúltimo estágio da revolução, os de­fensores e adversários da insurreição se enfrentam mutuamente no Comitê Central bolchevique (…) Em ambas as crises-, somos levados a sentir que é dos poucos membros do Comitê Central que a sorte da revolução depende: seus votos decidem se as energias das massas devem ser dissipadas e derrotadas, ou dirigidas para a vitória. O problema das massas e lideres é apresentado com toda a sua agudeza e quase que imediatamente as luzes focalizam de forma ainda mais  limitada e intensiva, um único líder, Lênin­. Tanto em abril como em outubro Lenin fica quase que sozinho, incompreendido e renegado pelos seus discípulos. Membros do Comitê Central quase queimam a carta na qual ele insiste em que se preparem para a insurreição, e Lênin resolve “travar a guerra” contra eles e, se necessário fôr, recorrer às fileiras, de­sobedecendo a disciplina partidária. “Lenin não confiava no Co­mite Central – sem Lenin.”, comenta Trotski, e “Lênin não estava muito errado nessa desconfiança”(…) Trotski enfrenta aqui o problema clássico da personalidade na história e, talvez, tenha menos êxito.1 (grifo nosso)

- Isaac Deutscher

 

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A estratégia do Syriza na Grécia

A estratégia do Syriza na Grécia

No passado dia 15 de janeiro, o Governo Syriza/Anel aprovou mais um conjunto de medidas de austeridade que lhe foram solicitadas pelas instituições europeias (UE/BCE) e o FMI. O Governo do Syriza/Anel como bom aluno que se tornou acedeu ao pedido.

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Palestina/Israel: E se Ahed Tamimi fosse sua filha?

Palestina/Israel: E se Ahed Tamimi fosse sua filha?

A prisão da jovem palestina de 16 anos, Ahed Tamimi, continua despertando indignação pelo mundo afora. Porque ocorreu em frente às câmeras, por um ato de resistência elementar contra soldados de ocupação que novamente violavam seu lar e prendiam seus parentes.

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Império e o Médio Oriente na era de Trump

Império e o Médio Oriente na era de Trump

A situação no Oriente Médio é extremamente complexa há décadas e está especialmente volátil neste momento. À crise latente não resolvida após a derrota dos levantes conhecidos como Primavera Árabe se acrescentaram o golpe palaciano na Arábia Saudita e as ondas de choque que está enviando por toda a região pelo peso da monarquia wahabista. A isso se  combina a declaração de Trump contra os direitos dos palestinos sobre Jerusalém e a reação que está gerando na Palestina e no mundo árabe e muçulmano. A região se dilacera entre forças reacionárias, e mesmo contrarrevolucionárias, e torna ainda mais urgente a construção de alternativas de esquerda e socialistas. Neste final de ano, a compreensão do que ocorre em uma região tão importante é fundamental. Para isso, publicamos entrevista com Gilbert Achcar, um dos especialistas marxistas arabofônicos mais conceituados. A publicação original foi feita no site Socialist Worker em 11 de dezembro.

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As liberdades fundamentais e a corrida para o fundo

As liberdades fundamentais e a corrida para o fundo

Actualmente, vive-se um frenesim internacional que podemos designar por corrida aos tratados ditos de livre-comércio. Um pouco por toda a parte, inúmeros lobbies corporativos apoiados pelos governos seus vassalos, com destaque para a UE, procuram afanosamente completar acordos que fixem os crescentes direitos e benesses para as grandes multinacionais e que incluem diversos mecanismos para estas se eximirem aos sistemas judiciais nacionais, podendo multar pesadamente os estados que promovam legislação tendente a proteger os cidadãos e o ambiente, como tem acontecido com preocupante rapidez.

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Jerusalém – capital da ocupação ou da resistência?

Jerusalém – capital da ocupação ou da resistência?

No passado dia 6 de Dezembro o presidente americano Donald Trump anuncia o reconhecimento por parte dos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel e o consequente plano de mudar a embaixada americana para aquela cidade. Israel agradece e espera que outros sigam o exemplo.

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Pela libertação dos escravizados na Líbia. Pelo fim das mortes no Mediterrâneo. Pelo fim da Europa Fortaleza.

Pela libertação dos escravizados na Líbia. Pelo fim das mortes no Mediterrâneo. Pelo fim da Europa Fortaleza.

Aqui tão perto, do outro lado do mar, estão a ser escravizados negros africanos. A indiferença das instituições internacionais e dos representantes dos Estados é ensurdecedora.

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A Contribuição da Mulher na Construção do Socialismo

A Contribuição da Mulher na Construção do Socialismo

Tomemos a situação da mulher. Nenhum partido democrático do mundo, em nenhuma das repúblicas burguesas mais progressistas, realizou a esse respeito em dezenas de anos nem mesmo a centésima parte daquilo que nós fizemos apenas no primeiro ano de nosso poder.

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A Revolução Russa e o Movimento Negro Norte-Americano

A Revolução Russa e o Movimento Negro Norte-Americano

Durante seus dez primeiros anos, o Partido Comunista dos EUA estava preocupado com a questão do negro, e gradualmente chegou a uma política que era diferente e superior à do radicalismo norte-americano tradicional.

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Mulheres militantes nos dias da Grande Revolução de Outubro

Mulheres militantes nos dias da Grande Revolução de Outubro

Se alguém olhar para o passado, poderá vê-las, essa massa de heroínas anónimas que Outubro encontrou a viver nas cidades famintas, em aldeias empobrecidas e saqueadas pela guerra... O lenço na sua cabeça (muito raramente, até agora, um lenço vermelho), uma saia gasta, um casaco de inverno remendado... Jovens e velhas, mulheres trabalhadoras e esposas de soldados, camponesas e donas de casa das cidades pobres. Mais raramente, muito mais raramente nesses dias, secretárias e mulheres profissionais, mulheres cultas e educadas. Mas havia também mulheres da intelligentsia entre aqueles que carregavam a Bandeira Vermelha à vitória de Outubro - professoras, empregadas de escritório, jovens estudantes nas escolas e universidades, médicas.

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A Revolução Russa e as LGBTs

A Revolução Russa e as LGBTs

Há cem anos atrás, ocorria aquela que, sem dúvida, foi a mais importante revolução do século XX: a Revolução Russa. Nascia um novo regime, um novo Estado, baseado na democracia operária e camponesa dos sovietes. Tal democracia trouxe esperanças ao movimento homossexual, que era jovem e crescente na Europa, particularmente na Alemanha.

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100 Anos da Revolução Russa: resgatar no passado uma promessa de futuro

100 Anos da Revolução Russa: resgatar no passado uma promessa de futuro

No centenário da Revolução Russa uma questão parece incontornável: é impensável retomar satisfatoriamente a referência histórica da mais profunda experiência revolucionária e a que mais seriamente ameaçou a ordem do capital, sem compreender e abordar, ao mesmo tempo, o seu trágico desfecho.

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