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Ruptura 125 - Setembro 2012
Basta de roubo ao povo. FORA O GOVERNO E A TROIKA! GREVE GERAL! PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O governo PSD/CDS, através do primeiro-ministro comunicou ao povo mais medidas de austeridade e num discurso provocador afirmou: ‘O que propomos é um contributo equitativo, um esforço de todos paro o objectivo comum, como exige o Tribunal Constitucional (...) Foi com este propósito que o governo decidiu aumentar a contribuição para a Segurança Social para 18%, o que nos permitirá, em contrapartida descer a contribuição exigida às empresas também para 18%’
O descaramento e a provocação deste governo gerou grande indignação porque ficou clara a sua política: roubar aos trabalhadores mais 7% dos salários (com o aumento de 11 para 18% na TSU) para poder enriquecer mais os patrões com o equivalente a 5,75% da massa salarial (com a diminuição das contribuições que eles estavam a fazer que descem de 23,75% para os 18%). Feitas as contas, em 2013, o governo quer mais 5500 milhões de euros que vai roubar aos trabalhadores e pensionistas, mas para os patrões propõe uma oferta de mais 2200 milhões de euros. A política capitalista para fazer os trabalhadores pagarem a crise é claríssima.
A austeridade do governo e da troika já tinha colocado o povo e os trabalhadores numa situação muito difícil com a miséria e o desemprego a aumentar muito. Os resultados desta política estão à vista, nos últimos 15 meses a taxa oficial de desemprego aumentou de 12% para 16%, a divida (que o governo dizia combater) também aumentou de 101%  para 116% do PIB, e quanto à redução do défice os objectivos do governo (em nome dos quais esta política de miséria foi imposta) estão longe de serem alcançados. Fica evidente que o governo está a afundar os trabalhadores, o povo e que a economia continua numa cada vez maior recessão destruidora de emprego, com a fome e a miséria a afectarem milhares de famílias da classe trabalhadora.
O governo, a troika e a UE têm aplicado uma política criminosa contra os trabalhadores e o povo e agora temos de dizer basta e mobilizarmo-nos para correr com o governo PSD/CDS, com a troika e com as políticas asfixiantes de pagamento de uma divida alheia ao povo e aos trabalhadores. Temos de continuar a manifestarmo-nos, a ocupar ruas e praças para dizermos basta.
A urgência vital de defender o salário, os direitos sociais e a criação de emprego impõe um plano de acção no movimento sindical e popular que avance para uma Greve Geral com continuidade,  um plano debatido e decidido na  base trabalhadora, nas empresas e sectores para unificar as reivindicações num movimento de luta comum que exija o fim deste governo e desta política.
Cortar com a troika, suspender o pagamento da divida e efectuar uma auditoria, implementar  a nacionalização de sectores estratégicos (banca, energia, telecomunicações, grande distribuição), fortalecer os serviços públicos e criar centenas de milhares de postos de trabalho são aspectos do pacote de medidas necessárias para acabar com a crise que afecta o povo. Esta nova política só pode ser aplicada depois de expulsarmos a troika, e o PSD/CDS do governo. A coligação que nos governa já mentiu muito e agiu ao contrário do que prometeu quando foi eleita. Hoje a maioria do povo está contra a política seguida pelo governo, por isso este deve ser demitido para se poder seguir outro caminho.
A possibilidade deste outro caminho alternativo passa pela unidade de todos os que se ergueram contra a troika e o seu memorando criminoso, passa pela unidade de toda a esquerda anti-troika e e todos os que lutaram contra as políticas e austeridade e de destruição dos serviços públicos, dos que lutaram contra as políticas que nos afundaram e que foram aplicadas pelos últimos governos, quer pelo PS/Sócrates, quer agora pelo desastroso governo do PSD/CDS/Passos Coelho. É esta unidade à esquerda (PC/BE/Independentes/MAS) que é necessária e urgente para erguer uma alternativa de governo que corte com a troika e a UE, que defenda os trabalhadores e o povo e que esteja presente em eleições que se impõe serem convocadas antecipadamente.

O governo PSD/CDS, através do primeiro-ministro comunicou ao povo mais medidas de austeridade e num discurso provocador afirmou: ‘O que propomos é um contributo equitativo, um esforço de todos paro o objectivo comum, como exige o Tribunal Constitucional (...) Foi com este propósito que o governo decidiu aumentar a contribuição para a Segurança Social para 18%, o que nos permitirá, em contrapartida descer a contribuição exigida às empresas também para 18%’O descaramento e a provocação deste governo gerou grande indignação porque ficou clara a sua política: roubar aos trabalhadores mais 7% dos salários (com o aumento de 11 para 18% na TSU) para poder enriquecer mais os patrões com o equivalente a 5,75% da massa salarial (com a diminuição das contribuições que eles estavam a fazer que descem de 23,75% para os 18%). Feitas as contas, em 2013, o governo quer mais 5500 milhões de euros que vai roubar aos trabalhadores e pensionistas, mas para os patrões propõe uma oferta de mais 2200 milhões de euros. A política capitalista para fazer os trabalhadores pagarem a crise é claríssima.

A austeridade do governo e da troika já tinha colocado o povo e os trabalhadores numa situação muito difícil com a miséria e o desemprego a aumentar muito. Os resultados desta política estão à vista, nos últimos 15 meses a taxa oficial de desemprego aumentou de 12% para 16%, a divida (que o governo dizia combater) também aumentou de 101%  para 116% do PIB, e quanto à redução do défice os objectivos do governo (em nome dos quais esta política de miséria foi imposta) estão longe de serem alcançados. Fica evidente que o governo está a afundar os trabalhadores, o povo e que a economia continua numa cada vez maior recessão destruidora de emprego, com a fome e a miséria a afectarem milhares de famílias da classe trabalhadora.

O governo, a troika e a UE têm aplicado uma política criminosa contra os trabalhadores e o povo e agora temos de dizer basta e mobilizarmo-nos para correr com o governo PSD/CDS, com a troika e com as políticas asfixiantes de pagamento de uma divida alheia ao povo e aos trabalhadores. Temos de continuar a manifestarmo-nos, a ocupar ruas e praças para dizermos basta.A urgência vital de defender o salário, os direitos sociais e a criação de emprego impõe um plano de acção no movimento sindical e popular que avance para uma Greve Geral com continuidade,  um plano debatido e decidido na  base trabalhadora, nas empresas e sectores para unificar as reivindicações num movimento de luta comum que exija o fim deste governo e desta política. 

Cortar com a troika, suspender o pagamento da divida e efectuar uma auditoria, implementar  a nacionalização de sectores estratégicos (banca, energia, telecomunicações, grande distribuição), fortalecer os serviços públicos e criar centenas de milhares de postos de trabalho são aspectos do pacote de medidas necessárias para acabar com a crise que afecta o povo. Esta nova política só pode ser aplicada depois de expulsarmos a troika, e o PSD/CDS do governo. A coligação que nos governa já mentiu muito e agiu ao contrário do que prometeu quando foi eleita. Hoje a maioria do povo está contra a política seguida pelo governo, por isso este deve ser demitido para se poder seguir outro caminho.

A possibilidade deste outro caminho alternativo passa pela unidade de todos os que se ergueram contra a troika e o seu memorando criminoso, passa pela unidade de toda a esquerda anti-troika e e todos os que lutaram contra as políticas e austeridade e de destruição dos serviços públicos, dos que lutaram contra as políticas que nos afundaram e que foram aplicadas pelos últimos governos, quer pelo PS/Sócrates, quer agora pelo desastroso governo do PSD/CDS/Passos Coelho. É esta unidade à esquerda (PC/BE/Independentes/MAS) que é necessária e urgente para erguer uma alternativa de governo que corte com a troika e a UE, que defenda os trabalhadores e o povo e que esteja presente em eleições que se impõe serem convocadas antecipadamente.

Editorial Ruptura nº125 Setembro 2012

 


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