{"id":742,"date":"2012-05-11T16:12:03","date_gmt":"2012-05-11T15:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/alternativa.mas.org.pt\/index.php\/2012\/05\/11\/sindicalismo-alternativo-convoca-encontro-internacional-para-marco-de-2013-em-paris\/"},"modified":"2012-05-11T16:12:03","modified_gmt":"2012-05-11T15:12:03","slug":"sindicalismo-alternativo-convoca-encontro-internacional-para-marco-de-2013-em-paris","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/2012\/05\/11\/sindicalismo-alternativo-convoca-encontro-internacional-para-marco-de-2013-em-paris\/","title":{"rendered":"Sindicalismo alternativo convoca Encontro Internacional para mar\u00e7o de 2013  em Paris"},"content":{"rendered":"<p><!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t--> <\/p>\n<p>No Brasil existe uma central sindical combativa e de oposi\u00e7\u00e3o ao governo de Dilma Roussef (PT), \u00e9 a CSP-Conlutas, que de 28 a 30 de abril realizou o seu I Congresso. No audit\u00f3rio da Est\u00e2ncia \u00c1rvore da Vida, em Sumar\u00e9 (S\u00e3o Paulo), reuniram-se cerca de 2.200 trabalhadores e jovens de 26 estados brasileiros, al\u00e9m de Bras\u00edlia, para discutir e aprovar propostas de luta para a conquista de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho.<\/p>\n<p>Desse total, 1.809 eram delegados eleitos em assembleias de base, representando 114 sindicatos,  duas associa\u00e7\u00f5es de classe, 118 oposi\u00e7\u00f5es sindicais e minorias de diretorias sindicais, um movimento de luta pela terra (MTL) e, o que representa um grande avan\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com o congresso de funda\u00e7\u00e3o da central, 11 movimentos populares urbanos. Al\u00e9m desses, estiveram presentes tamb\u00e9m representantes de quatro movimentos de luta contra as opress\u00f5es e uma entidade nacional de estudantes, a ANEL.<\/p>\n<p>Ao final do congresso, os delegados aprovaram um plano de lutas para o pr\u00f3ximo per\u00edodo, que inclui o apoio e fortalecimento das greves, como a do funcionalismo p\u00fablico e da constru\u00e7\u00e3o civil, al\u00e9m da luta pela unifica\u00e7\u00e3o das campanhas salariais do segundo semestre. O plano de a\u00e7\u00e3o ainda prev\u00ea a prepara\u00e7\u00e3o de um dia de manifesta\u00e7\u00e3o durante a \u201cRio +20\u201d (Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent\u00e1vel), de 13 a 20 de junho, al\u00e9m da mobiliza\u00e7\u00e3o contra as remo\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o pobre para as obras do Mundial de Mundo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o congresso da CSP-Conlutas, houve uma reuni\u00e3o internacional, com representantes de 20 pa\u00edses, que aprovou a declara\u00e7\u00e3o transcrita a seguir. A declara\u00e7\u00e3o convoca um Encontro Internacional para mar\u00e7o de 2013  em Paris e foi assinada por v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es, entre as quais Union Syndicale Solidaires (Fran\u00e7a); CSP Conlutas (Brasil); RMT &#8211; National Union of Rail, Maritime and Transport Workers (Inglaterra); Federa\u00e7\u00e3o dos Sindicatos  Independentes (Egito); Batay Ouvriye (Haiti); CCT &#8211; Confederacion de La Classe Trabajadora (Paraguai); CGT &#8211; Central General de Trabajadores y Trabajadoras  (Costa Rica); COBAS \u2013 Sindicato de Comissiones de Base (Espanha); CUB \u2013 Confederazione Unitaria -Base  (It\u00e1lia); e muitas outras (ver ao final da declara\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p><strong>DECLARA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Construir uma Coordena\u00e7\u00e3o de Luta do  Sindicalismo Alternativo Internacional <\/strong><\/span><\/p>\n<p>Queremos fortalecer e desenvolver todas as lutas  dos trabalhadores e setores explorados e oprimidos em  todo o mundo. Construir um polo  que busque aglutinar os setores  dos movimentos sindical, popular, da juventude, independentes  e alternativos que enfrentam  os ataques do capital em  todas as suas formas e n\u00e3o aceitam a l\u00f3gica de concilia\u00e7\u00e3o das  dire\u00e7\u00f5es burocr\u00e1ticas tradicionais. Chamamos todos os que  lutam e resistem para nos somarmos  na constru\u00e7\u00e3o de nossa unidade  e solidariedade baseadas no internacionalismo oper\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Unidade diante da crise<\/strong><\/p>\n<p>Entendemos ser fundamental, diante da crise, construir a nossa unidade  internacional, buscar coordenar  e unificar as nossas lutas. Independente de filia\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o em alguma central ou organiza\u00e7\u00e3o internacional, somemo-nos para construir a unidade internacional  t\u00e3o necess\u00e1ria para enfrentar os  planos imperialistas.<\/p>\n<p>Aprofundar as nossas trocas de experi\u00eancias, debater de maneira  livre e democr\u00e1tica as nossas conce\u00e7\u00f5es e vis\u00f5es, impulsionar  uma Coordena\u00e7\u00e3o dos setores independentes e alternativos.<\/p>\n<p>Queremos construir uma  rede que desenvolva a\u00e7\u00f5es de  solidariedade e unidade, articule campanhas e iniciativas  comuns, al\u00e9m de divulgar as nossas lutas, a\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias,  como parte do fortalecimento  da unidade internacional.<\/p>\n<p><strong>Encontro Internacional<\/strong><\/p>\n<p>Convocamos um Encontro Internacional de organiza\u00e7\u00f5es  sindicais e populares, independentes e alternativas para o final  de mar\u00e7o, in\u00edcio de abril de 2013,  em Paris, Fran\u00e7a, para avan\u00e7ar no  debate e compreens\u00e3o da realidade e na unidade de nossa luta.<\/p>\n<p><strong>Ataques aos trabalhadores<\/strong><\/p>\n<p>A crise econ\u00f3mica imperialista repete-se e potencializa-se com  o aprofundamento das contradi\u00e7\u00f5es de um sistema de produ\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o.<\/p>\n<p>A maior crise, desde 29, \u00e9 profunda e atinge todos os aspetos  da vida dos povos de todo o mundo. Para os patr\u00f5es e os seus governos  \u00e9 a necessidade de uma verdadeira guerra social. Ataques brutais contra os nossos direitos e as nossas conquistas  sociais. Apropria\u00e7\u00e3o de recursos  naturais com consequ\u00eancias ambientais catastr\u00f3ficas. Assalto ao  patrim\u00f3nio p\u00fablico e desmonte e  privatiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos. Desemprego para as novas gera\u00e7\u00f5es e perda da prote\u00e7\u00e3o social, reformas e outras conquistas. Tudo isto para garantir o patrim\u00f3nio dos banqueiros e das empresas  multinacionais.<\/p>\n<p>Para impor a sua sa\u00edda utilizam  todos os m\u00e9todos necess\u00e1rios.  A repress\u00e3o \u00e9 de todas as maneiras que a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as  lhes permite, criminalizando movimentos por meio de processos,  pris\u00f5es e repress\u00e3o permanente  contra os que lutam e se enfrentam contra os seus planos. Ocupa\u00e7\u00f5es e interven\u00e7\u00f5es militares s\u00e3o  parte do plano para garantir esse projeto. Utilizam todas as  formas de opress\u00e3o e discrimina\u00e7\u00e3o que possam nos dividir, como  a xenofobia, o machismo, a homofobia, o racismo, etc.<\/p>\n<p>As consequ\u00eancias concretas s\u00e3o in\u00fameras: os ataques \u00e0s  conquistas dos trabalhadores  europeus; os cortes na educa\u00e7\u00e3o,  sa\u00fade e investimentos p\u00fablicos  em todo o planeta; as ocupa\u00e7\u00f5es  militares, como no Afeganist\u00e3o e Haiti, entre outras; a interven\u00e7\u00e3o  militar no processo da Primavera \u00c0rabe; a crise alimentar como  consequ\u00eancia do monop\u00f3lio  da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola; a apropria\u00e7\u00e3o cada vez mais voraz dos recursos naturais em todo o planeta e o aumento da degrada\u00e7\u00e3o ambiental. H\u00e1 um retrocesso brutal nas pol\u00edticas sociais universais como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade,  seguran\u00e7a social e outros servi\u00e7os p\u00fablicos. Al\u00e9m disso, a imposi\u00e7\u00e3o  de todo tipo de preconceito e opress\u00e3o como o racismo, o machismo, o sexismo e o incentivo permanente \u00e0 xenofobia, que ganha contornos fascistas na  rela\u00e7\u00e3o com os imigrantes a partir do aprofundamento da crise.<\/p>\n<p>&nbsp;Os efeitos da crise n\u00e3o s\u00e3o sentidos da mesma maneira em todo  o mundo. O crescimento econ\u00f3mico que ainda se mant\u00e9m na  Am\u00e9rica Latina, China e outros  pa\u00edses n\u00e3o pode ser visto e compreendido como algo contradit\u00f3rio com a crise econ\u00f3mica imperialista. Demonstra, isto sim, que h\u00e1 ritmos  distintos dentro da mesma situa\u00e7\u00e3o de crise e  investimentos maiores em pa\u00edses  com m\u00e3o de obra mais barata  que, de forma combinada, representam novos mercados e permitem uma extra\u00e7\u00e3o de mais valia maior  neste momento.<\/p>\n<p>Compreender as  especificidades e n\u00e3o colocar  um sinal de igual nas situa\u00e7\u00f5es \u00e9  fundamental para os que querem  resistir e lutar. Contudo, entender a realidade como um todo, na qual mesmo com crescimento  aprofunda-se a explora\u00e7\u00e3o e a apropria\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos e  naturais, \u00e9 o que nos pode permitir manter uma pol\u00edtica classista  e internacionalista de combate \u00e0  ordem imperialista internacional.<\/p>\n<p><strong>A resist\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Por outro  lado, a nossa classe busca de todas  as maneiras lutar e resistir por  todo o planeta. S\u00e3o as greves gerais do povo grego, as mobiliza\u00e7\u00f5es dos estudantes chilenos, as  greves na China, o povo \u00e1rabe mobilizando-se e tomando pra\u00e7as e armas para derrubar ditaduras  de d\u00e9cadas como na Tun\u00edsia, Egito, L\u00edbia, S\u00edria, Bahrein e outros  pa\u00edses. A luta heroica do povo  palestiniano, as mobiliza\u00e7\u00f5es de povos origin\u00e1rios na Am\u00e9rica Latina  em defesa da \u00e1gua e dos recursos  naturais. S\u00e3o as manifesta\u00e7\u00f5es da  juventude no Estado Espanhol,  as mobiliza\u00e7\u00f5es nas pra\u00e7as dos  Estados Unidos, as greves gerais e mobiliza\u00e7\u00f5es na Espanha,  Portugal e Fran\u00e7a. Assim como as mobiliza\u00e7\u00f5es das  comunidades em Mo\u00e7ambique contra os efeitos  da minera\u00e7\u00e3o das multinacionais  e as lutas dos imigrantes em v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n<p>A Primavera \u00c1rabe, ao conseguir por meio das a\u00e7\u00f5es das massas  derrotar e derrubar ditaduras de  d\u00e9cadas de exist\u00eancia, traz novos  ares para o movimento apontando  a possibilidade de vit\u00f3rias a partir  dessas mobiliza\u00e7\u00f5es. Por isso, \u00e9 decisivo o apoio aos povos \u00e1rabes, na  sua luta contra as ditaduras, combinado com a den\u00fancia e o rep\u00fadio a qualquer interven\u00e7\u00e3o militar  imperialista na regi\u00e3o. Estas mobiliza\u00e7\u00f5es, junto com a resist\u00eancia  heroica do povo palestiniano, podem provocar a derrota do  estado sionista de Israel e do projeto imperialista, o que teria  consequ\u00eancias profundas para a  situa\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p><strong>Fal\u00eancia das dire\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Infelizmente, o grande capital e os seus  governos contam, para impor  os seus planos, com a colabora\u00e7\u00e3o da maioria das dire\u00e7\u00f5es das organiza\u00e7\u00f5es sindicais e populares   pelo mundo. Organiza\u00e7\u00f5es burocratizadas, sem democracia e que impedem que os trabalhadores  e as bases decidam sobre os rumos das lutas e das resist\u00eancias.  Apesar dos discursos, negoceiam e aceitam pactos e planos de austeridade dentro da l\u00f3gica do capital.<\/p>\n<p>Assim, negam-se a construir de  facto a unidade de trabalhadores,  trabalhadoras e setores explorados e oprimidos em todo o mundo. Este papel de n\u00e3o apoiar, coordenar ou unificar as lutas \u00e9 claro e categ\u00f3rico atualmente na Europa, onde se sucedem greves gerais, mobiliza\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es, com as dire\u00e7\u00f5es tradicionais procurando manter-se na dire\u00e7\u00e3o dessas lutas para tentar control\u00e1-las.<\/p>\n<p><strong>Novas dire\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Neste processo surgem in\u00fameras tentativas  de novas express\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o para as lutas. Tentativas de  resgate da democracia, em que a  base possa lutar e tamb\u00e9m decidir, para que as mobiliza\u00e7\u00f5es n\u00e3o  sejam conduzidas para pactos e  negocia\u00e7\u00f5es com o intuito de preservar a ordem do capital. Novas  express\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o que  busquem a retomada da unidade nas diversas lutas. Movimento  sindical, movimentos populares,  lutas por moradia e terra, povos  origin\u00e1rios em defesa de seus territ\u00f3rios e culturas, desempregados,  juventude, lutas contra todas as  formas de opress\u00e3o e preconceito,  contra interven\u00e7\u00f5es militares, em  defesa do direito de organiza\u00e7\u00e3o e manifesta\u00e7\u00e3o, em defesa do meio  ambiente como recursos da humanidade e n\u00e3o para os interesses  do capital. S\u00e3o muitas!<\/p>\n<p>De acordo com a realidade e  hist\u00f3ria de cada pa\u00eds, \u00e9 diferente  a forma como se busca resgatar  essas organiza\u00e7\u00f5es de luta, que  sejam contra a concilia\u00e7\u00e3o de  classes e defendam a democracia  oper\u00e1ria e independ\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos patr\u00f5es e os seus governos.<\/p>\n<p>As nossas organiza\u00e7\u00f5es comprometem-se a buscar o seu fortalecimento nas lutas e na resist\u00eancia  dos trabalhadores com um programa classista, antiopress\u00e3o e  explora\u00e7\u00e3o, antiimperialista, de  defesa dos direitos sociais e trabalhistas, de defesa dos recursos  naturais e do meio ambiente. Compromete-se, ainda, a buscar desenvolver experi\u00eancias de organiza\u00e7\u00e3o nas quais a democracia oper\u00e1ria  e a participa\u00e7\u00e3o da base sejam  combinadas com a defesa das reivindica\u00e7\u00f5es concretas do dia a dia na perspetiva de atender \u00e0 necessidade de constru\u00e7\u00e3o de uma outra  ordem econ\u00f3mica e social que negue de maneira radical toda  forma de explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Assinam esta declara\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>CSP Conlutas (Brasil); Union Syndicale Solidaires (Fran\u00e7a); RMT &#8211; National Union of Rail, Maritime and Transport Workers (Inglaterra); Federa\u00e7\u00e3o dos Sindicatos Independentes (Egito); Batay Ouvriye (Haiti); CCT &#8211; Confederacion de La Classe Trabajadora (Paraguai); CGT &#8211; Central General de Trabajadores y Trabajadoras  (Costa Rica); ANEL \u2013 Assembl\u00e9ia Nacional dos Estudantes Livre (Brasil), CONES &#8211; Coordinadora Nacional Estudiantes Secundarios (Chile), FEUCR \u2013 Federacion  de Estudiantes de La Universidad de Costa Rica (Costa Rica); COBAS \u2013 Sindicato de Comissiones de Base (Espanha); CUB \u2013 Confederazione Unitaria -Base (It\u00e1lia); FENADAJ, Alianza de Trabajadores de La Salud y Empleados Publicos (Chile); SYNTRASESH \u2013 Sindicat Nacional des Travailleurs des Services de la Sante  Humaine (Benin); Syndicat Unique d\u00eas Travailleurs d\u00eas Transports Aerens ET Activites Annexes (Senegal); ISIS &#8211; Housing Assembly, ILRIG, GIWUSA (\u00c1frica do  Sul); APUHL \u2013 Asociacion de Profissionales Universitarios del Hospital Laccade (Argentina); ANDES-SN, Constru\u00e7\u00e3o Civil (PA\/CE), Metalurgicos S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP), Petroleiros \u2013 (RJ\/SE), Sintect (PE), Sintusp (SP), Simpere (PE), Municip\u00e1rios Porto Alegre (RS), Sindjusti\u00e7a (CE), Federa\u00e7\u00e3o Sindical e Democr\u00e1tica dos Metal\u00fargicos (MG), Sindess (MG), Sintrajud (MA) (Brasil); University and College Union Liverpool University, Liverpool TUC, Asylum Voice Liverpool,  Liverpool Guild of Students, Liverpool University, NUS University College London (Inglaterra); Sindicato Cervecero Kunstmann, Sindicato Frival, Sindicato Kunstmann, de Vald\u00edvia (Chile); SINDEU \u2013 Sindicato de Empleados y Empleadas de La Universidad de Costa Rica e Sindicato de Salud y La Seguridad (Costa  Rica); UNITE \u2013 Community Casa Branch NN567 (Inglaterra); Sindicato de La Ninez, Sindicato de Periodistas, Sindicato de Trabajadores Club Centenario, Sitrasenavitat (Paraguai); Sindicato de Trabajadores Celima, Sindicato Nacional de Backus y Johnston, Sindicato Unit\u00e1rio de Trabajadores Mineros, SUTE-13 Sindicato de Trabajadores de La Educacion \u2013 Villas Maria Del Triunfo\/El Salvador, SUTE-14 Sindicato de Trabajadores de La Educacion \u2013 S. J. Miraflores\/Lima (Peru); SUTTAAA \u2013; Centro Federado de La Faculdad de Psicologia (Peru); IAAR \u2013 Encontro Internacional de Trabalhadores de Montadoras (Alemanha) Defensoria  Popular \u2013 Derechos Humanos (Chile); Emancipation \u2013 Tendance Syndicale Lutte de Classe (Fran\u00e7a); Espacio Classista \u2013 Agrupacion 1886 \u2013 SUINAV (Uruguai).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil existe uma central sindical combativa e de oposi\u00e7\u00e3o ao governo de Dilma Roussef (PT), \u00e9 a CSP-Conlutas, que de 28 a 30 de abril realizou o seu I Congresso. No audit\u00f3rio da Est\u00e2ncia \u00c1rvore da Vida, em Sumar\u00e9 (S\u00e3o Paulo), reuniram-se cerca de 2.200 trabalhadores e jovens de 26 estados brasileiros, al\u00e9m de Bras\u00edlia, para discutir e aprovar propostas de luta para a conquista de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho. 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