{"id":2251,"date":"2016-12-15T12:35:58","date_gmt":"2016-12-15T11:35:58","guid":{"rendered":"http:\/\/alternativa.mas.org.pt\/index.php\/2016\/12\/15\/assad-e-russia-transformam-aleppo-num-mar-de-sangue\/"},"modified":"2016-12-15T12:35:58","modified_gmt":"2016-12-15T11:35:58","slug":"assad-e-russia-transformam-aleppo-num-mar-de-sangue","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/2016\/12\/15\/assad-e-russia-transformam-aleppo-num-mar-de-sangue\/","title":{"rendered":"Assad e R\u00fassia transformam Aleppo num mar de sangue"},"content":{"rendered":"\n<p>Em Aleppo, reina o caos e a barb\u00e1rie. Nos \u00faltimos dias, produziram-se verdadeiras cenas de terror nas zonas da cidade que ainda est\u00e3o controladas pelos grupos rebeldes que lutam contra o regime tirano de Bashar al-Assad.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>O n\u00famero de mortos por dia \u00e9 imposs\u00edvel de ser calculado, j\u00e1 que eram os Comit\u00e9s Locais que faziam esse trabalho e, agora, est\u00e3o bastante desarticulados. O ataque d\u00e1-se por via terrestre e a\u00e9rea. H\u00e1 centenas de mortos pelos bombardeamentos ou por falta de alimenta\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<strong> Est\u00e1 em curso um verdadeiro massacre cujos respons\u00e1veis (Assad, Putin e demais membros da coliga\u00e7\u00e3o que sustenta o regime) sabem que podem continuar a actuar impunemente e a comunidade internacional de Estados n\u00e3o reagir\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"line-height: 1.5;\">A conquista de Aleppo \u00e9 poss\u00edvel apenas como consequ\u00eancia de uma pol\u00edtica de terra arrasada: segundo a Coliga\u00e7\u00e3o Nacional S\u00edria (CNS), desde o come\u00e7o da ofensiva, em 15 de Novembro, foram lan\u00e7ados mais de dois mil ataques a\u00e9reos e sete mil morteiros de artilharia no lado leste da cidade e na regi\u00e3o em torno. Esta ofensiva militar \u00e9 pior nas escolas e hospitais e destr\u00f3i bairros inteiros.<\/span><strong> \u00c9 uma pol\u00edtica de destrui\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica, uma repeti\u00e7\u00e3o, 16 anos depois, da destrui\u00e7\u00e3o de Grozni. Agora protagonizada pelo ex\u00e9rcito russo com o seu armamento sofisticado e pelo ex\u00e9rcito s\u00edrio com as suas bombas de barril. <\/strong><span style=\"line-height: 1.5;\">A conquista de Aleppo e a vit\u00f3ria militar do regime e dos seus patrocinadores s\u00f3 podem conduzir \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds por militares estrangeiros: russos, mil\u00edcias controladas pelo Ir\u00e3o e Hezbollah.<\/span><\/p>\n<p>A ocupa\u00e7\u00e3o de toda a parte leste de Aleppo pelas for\u00e7as do ex\u00e9rcito s\u00edrio, apoiado por mil\u00edcias iranianas, libanesas, iraquianas e afeg\u00e3s, pode ser uma quest\u00e3o de dias. As for\u00e7as terrestres recebem o apoio da avia\u00e7\u00e3o russa e s\u00edria, que continuam a bombardear n\u00e3o s\u00f3 Aleppo, mas tamb\u00e9m Idlib, apesar das declara\u00e7\u00f5es do Ministro do Exterior russo, S\u00e9rguei Lavrov, de que o ataque a Aleppo teria sido interrompido. Dezenas de milhares de civis abandonaram a cidade nos \u00faltimos dias, mas ainda permanecem cerca de 100 mil pessoas encurraladas nos distritos sitiados. Algumas fam\u00edlias negam-se a abandonar a cidade e ainda havia, nesta Segunda-Feira, cerca de oito mil combatentes armados, membros de grupos opositores.<\/p>\n<p>Diversos activistas e jornalistas denunciam que est\u00e3o a acontecer execu\u00e7\u00f5es sum\u00e1rias, por parte do ex\u00e9rcito s\u00edrio, de supostos membros ou apoiantes de grupos rebeldes. Centenas de homens entre 18 e 50 anos desapareceram. <strong>A tirania que observamos indignados \u00e9 um prel\u00fadio do que ser\u00e1 o pa\u00eds se Bashar al-Assad vencer a guerra.<\/strong><\/p>\n<p>Por\u00e9m o pr\u00f3prio Assad afirmou, numa entrevista a um jornal estatal s\u00edrio, que a guerra ainda n\u00e3o terminou. Inclusive se tomarem a cidade de Aleppo, ainda continuariam em m\u00e3os rebeldes boa parte da prov\u00edncia, assim como Idlib ou zonas da pr\u00f3pria Damasco. Isso sem falar das zonas curdas. O pr\u00f3ximo objetivo seria Idlib, a \u00fanica capital de prov\u00edncia ainda em m\u00e3os de grupos opositores ao regime. A S\u00edria continua totalmente dividida em zonas controladas por diferentes grupos.<\/p>\n<p>Um pacto com a oposi\u00e7\u00e3o nunca foi a pol\u00edtica do regime. <strong>Assad e R\u00fassia s\u00f3 aceitar\u00e3o a rendi\u00e7\u00e3o incondicional de todos os rebeldes e isso, pelo menos por enquanto, n\u00e3o parece ser o cen\u00e1rio mais prov\u00e1vel em curto prazo. <\/strong>O regime s\u00edrio tampouco conta com for\u00e7as armadas unificadas sob seu comando. H\u00e1 dezenas de mil\u00edcias diferentes que lutam contra os rebeldes, mas respondem \u00e0s ordens de distintos pa\u00edses e de fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e religiosas.<\/p>\n<p><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>R\u00fassia e Ir\u00e3o s\u00e3o os principais respons\u00e1veis pelo massacre<\/strong><\/p>\n<p><strong>O regime s\u00edrio est\u00e1 totalmente controlado pela R\u00fassia e pelo Ir\u00e3o. Assad perdeu qualquer capacidade de iniciativa, e a maioria dos efetivos que lutam em seu nome s\u00e3o homens estrangeiros.<\/strong> A R\u00fassia decidiu ir at\u00e9 o fim na sua pol\u00edtica de \u201cAssad ou queimamos o pa\u00eds\u201d, \u00e0 custa de dezenas de milhares de mortos e de uma destrui\u00e7\u00e3o incalcul\u00e1vel. O regime s\u00edrio j\u00e1 tinha feito algo semelhante, mas em n\u00edvel mais limitado, quando esmagou a rebeli\u00e3o de Hama em 1982 utilizando gases qu\u00edmicos, o que custou a vida de mais de 20 mil pessoas.<\/p>\n<p>A R\u00fassia e o Ir\u00e3o aproveitam-se de uma situa\u00e7\u00e3o de instabilidade econ\u00f3mica e pol\u00edtica nos principais pa\u00edses imperialistas do mundo, sobretudo na Uni\u00e3o Europeia e nos Estados Unidos, para aprofundar o seu projeto de manter e ampliar a suas zonas de influ\u00eancia na regi\u00e3o. <strong>As afirma\u00e7\u00f5es de um sector supostamente da \u201cesquerda\u201d mundial de que esses pa\u00edses representam uma esp\u00e9cie de \u201ceixo alternativo\u201d \u00e0 domina\u00e7\u00e3o dos EUA \u00e9 totalmente absurda e falsa. Trata-se de dois regimes autorit\u00e1rios e sanguin\u00e1rios que t\u00eam como objetivo central continuar a governar nos seus pa\u00edses e manter a sua influ\u00eancia pol\u00edtica e os seus benef\u00edcios econ\u00f3micos na S\u00edria e em toda a regi\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Os EUA e a UE assistem passivamente o genoc\u00eddio s\u00edrio<\/strong><\/p>\n<p>A indigna\u00e7\u00e3o com o que acontece na S\u00edria aumenta ao ver a forma passiva e hip\u00f3crita com que actuam as principais pot\u00eancias imperialistas do mundo, e tamb\u00e9m as Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). <strong>Permitem que o regime de Assad continue a bombardear e a matar o povo s\u00edrio sem tomar nenhuma medida, a n\u00e3o ser declara\u00e7\u00f5es vazias em f\u00f3runs que nada resolvem.<\/strong><\/p>\n<p>A ret\u00f3rica anti-Assad de outros momentos deu lugar a discursos abstratos sobre \u201cencontrar uma solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica\u201d. N\u00e3o ousam enfrentar a R\u00fassia \u2013 na pr\u00e1tica colaboram \u2013 e sequer prop\u00f5em mecanismos de press\u00e3o pol\u00edtica, muito menos san\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas, ainda que t\u00edmidas, como aconteceu no caso da Ucr\u00e2nia.<strong> H\u00e1 um acordo contrarrevolucion\u00e1rio de fundo entre todas as pot\u00eancias que negociam a ocupa\u00e7\u00e3o total de Aleppo.<\/strong> John Kerry, Secret\u00e1rio de Estado dos EUA, pediu miseric\u00f3rdia a Assad e aconselhou os rebeldes a abandonar a cidade.<\/p>\n<p>A grande preocupa\u00e7\u00e3o da UE \u00e9 interromper o fluxo de imigrantes \u00e0 \u201cFortaleza Europa\u201d e, para isso, basta que o acordo firmado com a Turquia siga vigente e Erdogan cumpra a sua parte do trato. Os principais pa\u00edses da UE est\u00e3o \u201cmuito ocupados\u201d com os seus problemas internos (crescimento eleitoral da extrema direita, Brexit, referendos internos e, sobretudo, a guerra social contra os trabalhadores para superar suas crises econ\u00f3micas) para se preocuparem com a vida dos s\u00edrios. A pol\u00edtica da UE para a S\u00edria, e em geral para o Oriente M\u00e9dio, continua subordinada \u00e0 dos EUA.<\/p>\n<p><strong>A prioridade desses governos \u00e9 derrotar a revolu\u00e7\u00e3o popular do Oriente M\u00e9dio e do Norte da \u00c1frica e evitar qualquer triunfo, por mais parcial e democr\u00e1tico que seja (como uma mudan\u00e7a de regime, por exemplo), num pa\u00eds da regi\u00e3o, o que significaria um agravamento ainda maior da actual situa\u00e7\u00e3o mundial de instabilidade.<\/strong> A raz\u00e3o de fundo \u00e9 que o imperialismo quer estabilizar a regi\u00e3o a qualquer custo, aceitando que Assad e a R\u00fassia fa\u00e7am isso mediante um genoc\u00eddio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Deter a ofensiva militar e permitir a entrada de ajuda humanit\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 sa\u00edda para o conflito s\u00edrio se n\u00e3o houver uma mudan\u00e7a de regime. <\/strong>Assad n\u00e3o tem nenhuma legitimidade para governar o pa\u00eds. Nem nos territ\u00f3rios que controla, muito menos nos territ\u00f3rios controlados pelas mil\u00edcias rebeldes ou outros grupos, como as mil\u00edcias curdas e o autodenominado Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>O seu poder baseia-se no medo e na for\u00e7a bruta, tudo isso amparado pelos seus colaboradores internacionais e com a cumplicidade do resto dos pa\u00edses. Desgra\u00e7adamente, a crise s\u00edria est\u00e1 longe de chegar a um final. A guerra civil libanesa durou cerca de 15 anos e ensina-nos que uma situa\u00e7\u00e3o como a que a S\u00edria vive pode durar por muitos anos.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 necess\u00e1rio iniciar desde j\u00e1 uma ampla campanha para for\u00e7ar o regime a parar os bombardeamentos e os ataques terrestres por parte das for\u00e7as leais ao ditador s\u00edrio e que seja permitida a entrada de alimentos e medicamentos de primeira necessidade.<\/strong> No leste de Aleppo, n\u00e3o h\u00e1 sequer um hospital a operar. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito prec\u00e1ria e pode piorar ainda mais.<\/p>\n<p>Por outro lado, torna-se mais necess\u00e1rio ainda o envio de armas aos rebeldes s\u00edrios para que possam defender a si mesmos e \u00e0 popula\u00e7\u00e3o civil nas zonas em que se encontram. A ocupa\u00e7\u00e3o de Aleppo oriental pelas for\u00e7as do ex\u00e9rcito s\u00edrio, assim como de Homs, de zonas de Damasco e outras cidades anteriormente em m\u00e3os dos rebeldes, ou Hama, s\u00f3 foi poss\u00edvel por conta do total isolamento imposto aos grupos opositores a Bashar al-Assad, que utilizou todo o tipo de armamento e bombas enquanto os rebeldes se defendiam com armas velhas e de pequeno alcance.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Os rebeldes n\u00e3o s\u00e3o terroristas<\/strong><\/p>\n<p>O discurso do regime de Damasco, da R\u00fassia e do Ir\u00e3o afirma que todos os rebeldes em luta contra Bashar al-Assad seriam terroristas.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 uma mentira. <strong>A maioria dos rebeldes s\u00e3o s\u00edrios que se viram obrigados a armar-se para se defenderem da viol\u00eancia utilizada pelas for\u00e7as armadas s\u00edrias contra os protestos pac\u00edficos que come\u00e7aram em Mar\u00e7o de 2011.<\/strong> A esquerda castro-chavista que apoia Assad \u00e9 c\u00famplice deste genoc\u00eddio.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que o Estado Isl\u00e2mico se aproveitou da ofensiva de Assad, apoiada pela R\u00fassia, contra Aleppo para reconquistar a cidade de Palmira, cujo controle tinha perdido h\u00e1 oito meses.<span style=\"line-height: 1.5;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>\u00c9 certo que o isolamento da revolu\u00e7\u00e3o (imposto pelo imperialista e pela suposta esquerda pr\u00f3-Assad) criou um vazio pol\u00edtico que, em muitos casos, foi utilizado por pa\u00edses da regi\u00e3o que t\u00eam uma agenda pr\u00f3pria, muito diferente dos valores que estavam na pr\u00f3pria ess\u00eancia das manifesta\u00e7\u00f5es<\/strong>, que s\u00f3 pediam, a princ\u00edpio, reformas pontuais no regime e, posteriormente, transformaram-se numa revolu\u00e7\u00e3o popular. As monarquias do Golfo, assim como a Turquia, aproveitaram-se dessa situa\u00e7\u00e3o para financiar grupos afins.<\/p>\n<p>No entanto, ainda existem dezenas de iniciativas civis na S\u00edria, como os Comit\u00e9s Locais que continuam a operar, o Aleppo Media Center etc., que representam o esp\u00edrito inicial da revolu\u00e7\u00e3o e que lutam para manter os princ\u00edpios de justi\u00e7a, democracia e igualdade pelos quais milh\u00f5es de s\u00edrios sa\u00edram \u00e0s ruas arriscando as suas vidas. Uma das primeiras medidas do ex\u00e9rcito s\u00edrio ao entrar na parte leste de Aleppo foi expulsar da cidade os Capacetes Brancos, um grupo que fazia apenas um trabalho de resgate da popula\u00e7\u00e3o afectada pelos bombardeamentos.<\/p>\n<p>Na batalha de Aleppo, lutaram ombro a ombro diferentes grupos, como Fateh al-Sham (ex-Frente al-Nusra, com cerca de 10 mil combatentes, 80% deles s\u00edrios), que actua dentro da Jeish al-Fateh (uma coliga\u00e7\u00e3o de grupos \u201cislamitas\u201d e \u201cmoderados\u201d), e grupos vinculados ao Ex\u00e9rcito Livre da S\u00edria (ELS).<\/p>\n<p><span style=\"line-height: 1.5;\"><strong>A crise de dire\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria assume aqui uma import\u00e2ncia terr\u00edvel, na medida em que n\u00e3o h\u00e1 uma alternativa estrat\u00e9gica para a revolu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que aconteceram confrontos tamb\u00e9m entre as distintas mil\u00edcias opositoras, mas a unidade contra a ofensiva do regime prevaleceu. Se o grupo luta contra Assad, ganha rapidamente apoio popular, j\u00e1 que este representa a principal amea\u00e7a para a maioria dos s\u00edrios, sobretudo os que est\u00e3o nas zonas rebeldes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Fora Assad e a sua quadrilha<\/strong><\/p>\n<p>A sectariza\u00e7\u00e3o do conflito deu-se, em grande medida, pela pol\u00edtica de Assad. Os Estados Unidos e outras pot\u00eancias regionais tamb\u00e9m contribu\u00edram para consolidar os seus pr\u00f3prios pe\u00f5es no terreno. Na pr\u00e1tica, abandonaram as mil\u00edcias populares e a popula\u00e7\u00e3o s\u00edria insurgente \u00e0 sua pr\u00f3pria sorte. Generalizar toda a oposi\u00e7\u00e3o como \u201cterrorista fundamentalista\u201d tem sido a estrat\u00e9gia de Assad desde o in\u00edcio e tamb\u00e9m tem sido parte do discurso dos pa\u00edses imperialistas centrais para justificar seus bombardeamentos no pa\u00eds.<\/p>\n<p><span style=\"line-height: 1.5;\">Reafirmamos a nossa posi\u00e7\u00e3o de estar ao lado do povo s\u00edrio contra a tirania do regime de Assad e dos seus apoiantes. N\u00e3o confiamos nos EUA nem na UE e na ONU. <strong>Defendemos a queda do regime s\u00edrio como o primeiro passo, \u00fanico poss\u00edvel, at\u00e9 a resolu\u00e7\u00e3o da crise humanit\u00e1ria na S\u00edria. Exigimos o fim imediato dos ataques a Aleppo e Idlib e comprometemos-nos a ser parte dos esfor\u00e7os para fazer chegar ajuda humanit\u00e1ria \u00e0 S\u00edria.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Chamamos as organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias, populares e de direitos humanos de todo o mundo para iniciarmos uma campanha unificada de solidariedade ao povo s\u00edrio.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Viva a luta do povo s\u00edrio!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fora Assad e Estado Isl\u00e2mico!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que parem imediatamente os ataques a Aleppo e Idlib!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fim da interven\u00e7\u00e3o russa e iraniana na S\u00edria!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Ajuda humanit\u00e1ria ao povo s\u00edrio!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Armas para os rebeldes!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Nenhuma confian\u00e7a nos EUA, na UE e na ONU!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Secretariado Internacional da LIT-QI<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Aleppo, reina o caos e a barb\u00e1rie. Nos \u00faltimos dias, produziram-se verdadeiras cenas de terror nas zonas da cidade que ainda est\u00e3o controladas pelos grupos rebeldes que lutam contra o regime tirano de Bashar al-Assad.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2250,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[42],"tags":[1006],"class_list":["post-2251","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mundo","tag-assad-guerra-civil-siria-aleppo-lit-qi-rebeldes"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/mas.org.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/harkins.jpg?fit=661%2C434","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2251","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2251"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2251\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2250"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2251"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2251"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2251"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}