{"id":2069,"date":"2016-03-07T23:52:33","date_gmt":"2016-03-07T22:52:33","guid":{"rendered":"http:\/\/alternativa.mas.org.pt\/index.php\/2016\/03\/07\/8-de-marco-avancar-nas-lutas-contra-o-machismo-e-a-exploracao\/"},"modified":"2016-03-07T23:52:33","modified_gmt":"2016-03-07T22:52:33","slug":"8-de-marco-avancar-nas-lutas-contra-o-machismo-e-a-exploracao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/2016\/03\/07\/8-de-marco-avancar-nas-lutas-contra-o-machismo-e-a-exploracao\/","title":{"rendered":"8 de Mar\u00e7o: Avan\u00e7ar nas lutas contra o machismo e a explora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Declara\u00e7\u00e3o da <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/litci.org\/pt\/\" rel=\"noopener\">Liga Internacional dos Trabalhadores<\/a><\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na Argentina, em junho de 2013, mais de meio milh\u00e3o de pessoas mobilizaram-se contra a viol\u00eancia contra as mulheres, assim como foi feito por 100 mil pessoas no Estado Espanhol a 7 de novembro de 2015.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m neste pa\u00eds, em fevereiro, em menos de tr\u00eas dias foram recolhidas mais de 50 mil assinaturas contra uma manifesta\u00e7\u00e3o convocada pelos \u201cultramachistas\u201d em Barcelona e Granada, que afinal foram proibidas. As mil\u00edcias de mulheres curdas, junto com as mil\u00edcias de seus companheiros homens, continuam a lutar  contra o reacion\u00e1rio ex\u00e9rcito de Daesh, tamb\u00e9m conhecido como Estado Isl\u00e2mico (EI).<\/p>\n<p>As trabalhadoras da educa\u00e7\u00e3o protagonizaram inumer\u00e1veis greves em diversos pa\u00edses, como Brasil, Col\u00f4mbia e It\u00e1lia. Recentemente, na Argentina, os funcion\u00e1rios e funcion\u00e1rias p\u00fablicas realizaram grandes mobiliza\u00e7\u00f5es contra a pol\u00edtica antioper\u00e1ria de Mauricio Macri. Na Gr\u00e9cia, j\u00e1 foram realizadas duas greves gerais este ano contra os planos de austeridade do governo de Alexis Tsipras, nas quais foram decisivos os setores de servi\u00e7os p\u00fablicos, que contam com uma maior percentagem de mulheres. Inclusive, em Atenas, as mulheres organizam casas de mulheres para se solidarizarem entre si diante do desemprego e da fome. Os professores palestinos est\u00e3o a realizar uma importante greve, que conta com uma grande composi\u00e7\u00e3o feminina e \u00e9 uma greve por fora dos sindicatos oficiais, o que a torna ainda mais significativa. Esta greve faz parte da hist\u00f3rica e valente luta do povo palestino contra o governo sionista de Israel, que lhes tirou o seu territ\u00f3rio e a sua liberdade, na qual as mulheres t\u00eam demonstrado uma imensa coragem.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o e a opress\u00e3o agravam-se devido \u00e0 profunda crise do sistema capitalista. Um sistema que aprofunda a cada dia mais as desigualdades sociais. Num extremo, uma \u00ednfima minoria de ricos e poderosos e, no outro, milh\u00f5es de pobres cada vez mais explorados economicamente e oprimidos pol\u00edtica, social e culturalmente. Um sistema predador da natureza que est\u00e1 a gerar desequil\u00edbrios ambientais a um n\u00edvel que podem chegar a ser irrevers\u00edveis a curto prazo. Um sistema que, de crise em crise, nos nega at\u00e9 o mais elementar dos direitos, o direito ao emprego. S\u00f3 nos pa\u00edses desenvolvidos h\u00e1 44 milh\u00f5es de desempregados, sem falar nos pa\u00edses semicoloniais.<\/p>\n<p>Os governos dirigidos por mulheres que defendem os planos imperialistas n\u00e3o nos representam. Estamos ao lado dos homens e mulheres da classe trabalhadora contra o machismo e a explora\u00e7\u00e3o, para transformar o mundo e lutar por igualdade e liberdade efetivas para as mulheres trabalhadoras.<\/p>\n<p><strong><strong>Mulheres trabalhadoras: as mais exploradas<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>O relat\u00f3rio da OIT sobre emprego, de 2015, corrobora o que dissemos: \u201c<em>Apenas um quarto dos trabalhadores do mundo tem uma rela\u00e7\u00e3o de emprego est\u00e1vel. (\u2026) mostra que, nos pa\u00edses dos quais se disp\u00f5e de dados (que abrangem 84% da popula\u00e7\u00e3o ativa do mundo), tr\u00eas quartos dos trabalhadores est\u00e3o empregados com contratos tempor\u00e1rios ou de curto prazo, em empregos informais geralmente sem nenhum tipo de contrato, trabalhando por conta pr\u00f3pria ou em empresas familiares sem remunera\u00e7\u00e3o<\/em>\u201c.E continua a mostrar como este tipo de contratos afeta principalmente as mulheres: \u201c<em>Outra tend\u00eancia atual \u00e9 o aumento do trabalho a tempo parcial, <\/em><strong><strong>sobretudo entre as mulheres jovens<\/strong><\/strong><em>. Na maioria dos pa\u00edses com informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, os empregos a meio termo cresceram com maior rapidez que os empregos a tempo inteiro entre 2009 e 2013<\/em>\u201c.<\/p>\n<p>Efetivamente, trata-se de um crescimento, n\u00e3o de uma novidade. Na d\u00e9cada de 1990, caracterizada pelo grande auge do neoliberalismo, os capitalistas encontraram na reestrutura\u00e7\u00e3o dos contratos de trabalho uma fonte enorme de lucros. Assim, em milhares de f\u00e1bricas dos pa\u00edses semicoloniais, a quantidade de trabalhadores fixos foi pouco a pouco modificada at\u00e9 chegar, mediante a terceiriza\u00e7\u00e3o, a inverter a rela\u00e7\u00e3o percentual. Um m\u00ednimo de trabalhadores fixos e uma enorme quantidade de trabalhadores tempor\u00e1rios, aos quais era mais f\u00e1cil impor sal\u00e1rios de fome, sem previd\u00eancia social e sem estabilidade, como uma chantagem permanente para evitar sua organiza\u00e7\u00e3o e sua luta. As mulheres foram o alvo preferencial deste tipo de contratos. Cerca de 73% do d\u00e9ficit mundial de empregos em 2014 deveu-se a uma diminui\u00e7\u00e3o do emprego entre as mulheres, que constituem apenas 40% da for\u00e7a de trabalho no mundo, segundo o relat\u00f3rio da OIT. Para al\u00e9m da frieza dos n\u00fameros, esta realidade atinge de maneira dr\u00e1stica as mulheres, se levarmos em conta que hoje no mundo cresceu de maneira alarmante a quantidade de m\u00e3es \u201cchefe de fam\u00edlia\u201d, das quais depende exclusivamente a manuten\u00e7\u00e3o do lar e que t\u00eam que suportar n\u00e3o s\u00f3 uma nem duas jornadas. Muitas vezes, pelos contratos a tempo parcial ou por horas, trabalham em dois ou tr\u00eas lugares diferentes, mais a jornada adicional do trabalho dom\u00e9stico. Al\u00e9m disso, t\u00eam que aguentar o maltrato dos patr\u00f5es, o ass\u00e9dio laboral e sexual, a nega\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as para tratar de assuntos familiares e uma infinidade de sofrimentos infames. No setor de servi\u00e7os, onde a m\u00e3o de obra feminina representa 70% ou mais, tamb\u00e9m h\u00e1 os baixos sal\u00e1rios, cortes em direitos e a legaliza\u00e7\u00e3o da instabilidade pela via de avalia\u00e7\u00f5es permanentes para manter o emprego, como \u00e9 o caso da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m s\u00e3o as mais oprimidas e vulner\u00e1veis<\/strong><\/p>\n<p>Desde o final do ano passado, a imprensa registou a crescente epidemia do v\u00edrus Zika em v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, produzida pela picada do mosquito <em>Aedes Aegypti<\/em>. Os organismos de sa\u00fade detectaram que em mulheres gr\u00e1vidas este v\u00edrus pode gerar microcefalia no feto. Os governos alarmaram-se, mas, salvo campanhas simples de preven\u00e7\u00e3o ou do chamado \u00e0s mulheres para que n\u00e3o engravidem, n\u00e3o s\u00e3o capazes de tomar as medidas necess\u00e1rias. Como sempre, os setores mais pobres da popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o os mais afetados pelas p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade nas quais s\u00e3o obrigados a viver e pelas lament\u00e1veis restri\u00e7\u00f5es nos servi\u00e7os de sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u00c9 urgente fazer uma campanha mundial pelo pleno direito ao aborto legal das mulheres que, diante deste enorme risco, decidam interromper sua gravidez.<\/p>\n<p>Aqui fica clara a hipocrisia da burguesia que, enquanto alardeia nos jornais e na televis\u00e3o o quanto est\u00e1 \u201cpreocupada\u201d, n\u00e3o hesita em manter as leis restritivas sobre o direito ao aborto, ou de colocar todo tipo de empecilhos nos pa\u00edses onde a lei contempla este direito em casos de risco \u00e0 sa\u00fade da m\u00e3e ou de malforma\u00e7\u00e3o do feto. Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 planos para melhorar o acesso a contraceptivos. O Papa Francisco j\u00e1 sentenciou: a igreja permite o uso de contraceptivos neste caso, mas jamais o direito ao aborto, porque o considera um crime. A igreja n\u00e3o acha que \u00e9 um crime condenar a mulher e seus filhos a uma vida de sofrimento.<\/p>\n<p><strong>As mulheres imigrantes: v\u00edtimas de machismo e racismo<\/strong><\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 somente este fato que mostra a opress\u00e3o da mulher e o machismo que existe na sociedade. Segundo uma pesquisa realizada pela Amnistia Internacional, entre os milhares de imigrantes e refugiadas que chegam \u00e0 Europa, oriundos da \u00c1frica e do M\u00e9dio Oriente, na crise migrat\u00f3ria mais grave desde a Segunda Guerra Mundial, a maioria das mulheres entrevistadas afirmaram ter sido v\u00edtimas de algum tipo de viol\u00eancia machista. \u201c<em>Esta organiza\u00e7\u00e3o afirma que \u2018mulheres e meninas refugiadas sofrem viol\u00eancia, agress\u00f5es, explora\u00e7\u00e3o e ass\u00e9dio sexual em todas as etapas de sua viagem desde a S\u00edria e o Iraque at\u00e9 \u00e0 Europa, inclusive quando est\u00e3o em territ\u00f3rio europeu\u2018. Todas as entrevistadas relataram \u00e0 <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.es.amnesty.org\/en-que-estamos\/noticias\/noticia\/articulo\/las-refugiadas-sufren-agresiones-fisicas-explotacion-y-acoso-sexual-en-su-viaje-a-traves-de-euro\/\" rel=\"noopener\">Amnistia Internacional que se sentiram amea\u00e7adas e inseguras<\/a> durante a viagem, enquanto denunciavam que, em quase todos os pa\u00edses pelos quais tinham passado, os traficantes, os agentes de seguran\u00e7a ou outros refugiados as tinham submetido a maus-tratos f\u00edsicos e explora\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, as tinham tocado ou pressionado para que tivessem rela\u00e7\u00f5es sexuais com eles. Tirana Hassan, diretora do Programa de Resposta \u00e0s Crises da Amnistia Internacional, informa que \u2018as mulheres e as meninas que viajam sozinhas ou somente acompanhadas por seus filhos tinham se sentido especialmente amea\u00e7adas nas zonas de tr\u00e2nsito e nos acampamentos da Hungria, Cro\u00e1cia e Gr\u00e9cia\u2019.<\/em>\u201c<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 \u00e9 terr\u00edvel, de milhares de pessoas que migram devido a circunst\u00e2ncias relacionadas com a falta de emprego, a pobreza, situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia extrema nos pa\u00edses africanos e a guerra na S\u00edria, arriscando a pr\u00f3pria vida e a de suas fam\u00edlias, \u00e9 agravada pelas medidas racistas dos governos e pelos aparelhos repressivos dos pa\u00edses de destino. Organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos que atuam na regi\u00e3o denunciam como as mulheres e os menores de ambos os sexos s\u00e3o chantageados pelas m\u00e1fias de tr\u00e1fico de refugiados, que as vendem como escravas sexuais. N\u00e3o podemos esquecer como as mulheres, no meio dos conflitos b\u00e9licos, s\u00e3o usadas como trof\u00e9u de guerra, violadas com o objetivo de humilhar o inimigo.<\/p>\n<p>Se isso n\u00e3o bastasse, temos que enfrentar tamb\u00e9m e de maneira decidida grupos de homens que come\u00e7am a organizar-se, felizmente ainda de maneira muito incipiente. S\u00e3o os chamados \u201cultramachistas\u201d, que se auto-denominam \u201co retorno dos reis\u201d e que defendem a legaliza\u00e7\u00e3o da viola\u00e7\u00e3o privada, contra o direito das mulheres a trabalhar, contra a igualdade dos sexos porque, segundo eles, n\u00e3o somos iguais: as mulheres s\u00e3o menos inteligentes e, portanto, n\u00e3o deveriam ter direitos pol\u00edticos. \u00c9 o machismo levado ao extremo, que na Europa caminha lado a lado com o racismo: ultramachismo rima com fascismo, sem nenhuma d\u00favida. Ou os chamados \u201cp\u00f3s-machistas\u201d, que se colocam como v\u00edtimas das poucas medidas que os Estados t\u00eam tomado contra a viol\u00eancia contra as mulheres.<\/p>\n<p><strong>Unidade da classe trabalhadora para enfrentar a crise econ\u00f3mica<\/strong><\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, a crise j\u00e1 est\u00e1 instalada. Os progn\u00f3sticos do FMI para 2016 e 2017, anunciados em fevereiro deste ano, s\u00e3o bastante sombrios, e foram corrigidos em rela\u00e7\u00e3o aos do ano anterior, com tend\u00eancia \u00e0 baixa, e nos pa\u00edses desenvolvidos tudo indica que pode haver uma nova recess\u00e3o.<\/p>\n<p>Enquanto os capitalistas fazem suas contas em dezenas de d\u00edgitos, cifras enormes que n\u00e3o cabem na cabe\u00e7a dos trabalhadores, n\u00f3s temos que contar moedas e recorrer ao mealheiro. Esta \u00e9 a realidade: quando a economia capitalista cresce, s\u00f3 caem migalhas \u2013 isso quando caem \u2013 para a classe trabalhadora e os setores explorados pelo grande capital. Quando se anuncia crise e recess\u00e3o pedem-nos para apertar mais o cinto. Por isso, o que podemos esperar s\u00e3o mais e mais das receitas j\u00e1 conhecidas e aplicadas pelos governos neoliberais em todo o planeta. Desemprego, diminui\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios, contratos de trabalho prec\u00e1rio, reformas tribut\u00e1rias que diminuem os impostos aos capitalistas e aumentam os impostos sobre o consumo como o IVA, aumento dos impostos sobre os rendimentos, cortes do or\u00e7amento para a sa\u00fade e a educa\u00e7\u00e3o, corte dos servi\u00e7os sociais de maternidade e de cuidado de crian\u00e7as, idosos e deficientes, sobrecarregando a dupla jornada das mulheres, aumento nas tarifas dos servi\u00e7os p\u00fablicos e de transporte, aumento da idade e das contribui\u00e7\u00f5es para a reforma, etc.<\/p>\n<p>Nossa resposta deve ser a unidade da classe oper\u00e1ria e dos assalariados para responder a esses planos com a luta, a greve e a mobiliza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 sa\u00edda no sistema capitalista. Nas lutas quotidianas, iremos forjar uma sa\u00edda oper\u00e1ria por uma nova sociedade na qual terminemos de uma vez por todas com a explora\u00e7\u00e3o e com todo tipo de opress\u00e3o. Uma sociedade socialista.<\/p>\n<p>Por isso, o nosso grito de guerra como parte da classe oper\u00e1ria mundial deve ser: Que a crise seja paga pelos ricos! Basta de planos de austeridade, que isso j\u00e1 temos muito! Basta de explora\u00e7\u00e3o! Basta de opress\u00e3o e de viol\u00eancia contra as mulheres e os oprimidos! Basta de contratos prec\u00e1rios, plano de emprego est\u00e1vel para as mulheres!<\/p>\n<p>Direito pleno \u00e0 sa\u00fade reprodutiva e ao aborto! Plano de pleno emprego para a classe oper\u00e1ria!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><a href=\"index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1017;dia-internacional-mulher-trabalhadora-8-marco-2016&amp;catid=141&amp;Itemid=604\"><span style=\"font-family: georgia,palatino; color: #692587;\"><span style=\"font-size: 14pt;\">Voltar ao Especial Dia Internacional da Mulher Trabalhadora &#8211; 8 Mar\u00e7o 2016 &gt;<\/span><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Declara\u00e7\u00e3o da Liga Internacional dos Trabalhadores Na Argentina, em junho de 2013, mais de meio milh\u00e3o de pessoas mobilizaram-se contra a viol\u00eancia contra as mulheres, assim como foi feito por 100 mil pessoas no Estado Espanhol a 7 de novembro de 2015.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2068,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[68],"tags":[454,116,793,792,188,114,115,368,162,117,468],"class_list":["post-2069","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mulher","tag-8-de-marco","tag-alternativa","tag-dia-da-mulher","tag-internacinal","tag-lit","tag-mas","tag-movimento","tag-mulher","tag-revolucionario","tag-socialista","tag-trabalhadora"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/mas.org.pt\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/foto_declaracao_lit_mulher2016x450.jpg?fit=450%2C275","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2069","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2069"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2069\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2068"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2069"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2069"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/mas.org.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2069"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}