Um escandaloso virar de costas à luta do povo angolano pela democracia e por condições de vida dignas num país pleno de riquezas naturais refém de uma elite dirigente corrupta.
Um escandaloso virar de costas à luta do povo angolano pela democracia e por condições de vida dignas num país pleno de riquezas naturais refém de uma elite dirigente corrupta.

O Estado português não elabora ou não divulga dados estatísticos sobre a comunidade negra no país e alimenta a crença de um Portugal não racista que trava a luta por direitos iguais e contribui para a não existência de verdadeiras políticas de inclusão.


Nos sábados de junho vão ter lugar as marchas de Braga (14), Lisboa (21) e Porto (28). Estas levam à rua o combate à discriminação sobre as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans (LGBT). Depois de alguns avanços legais e de uma maior aceitação social das pessoas LGBT estamos muito longe do que queremos.

O que é a Coadoção?
A coadoção contempla famílias já constituídas. Ou seja, filhos adotados ou biológicos de um dos elementos do casal (de anteriores relacionamentos ou adotadas individualmente) ser coadotado pelo actual companheiro ou companheira que já tem um papel de pai ou mãe destas crianças.
Viva a Revolução Árabe!
Viva a luta de todas as trabalhadoras do mundo!
Saudamos as lutas das mulheres trabalhadoras de todo o mundo, em especial as protagonistas da revolução árabe.

No dia 14 de Junho, os rappers Hezbollah e LBC foram espancados pela PSP. Por volta das 5 horas da manhã, foram abordados junto à estação da Amadora, alegadamente por terem participado num episódio de violência com outros jovens. Foram algemados e agredidos na rua por policiais, que antes já tinham

Na madrugada de terça-feira dia 25 de Maio, um jovem de 19 anos e uma jovem de 18, foram espancados por quatro agentes da PSP junto ao Largo Camões em Lisboa.
Eram 3 da manhã quando os dois jovens estudantes de uma universidade de Lisboa se encontravam próximos daquele local e foram abordados por um agente à paisana, que não se identificou, supostamente por estarem a provocar ruído com um caixote do lixo. Após uma acesa troca de palavras, o suposto agente empurrou a jovem para o chão, momento em que chega um carro-patrulha com outros agentes fardados, também sem identificação, que ponteaparam o jovem no chão fracturando-lhe o maxilar superior direito e provocando-lhe outras lesões menores na cabeça. A jovem tambem foi agredida.
Os dois estudantes foram então levados para a esquadra da PSP da Praça do Comércio, onde foram proibidos de contactarem o exterior. O jovem, sangrando da boca, assim que foi libertado, deslocou-se pelos próprios meios até ao Hospital de São José, onde esteve internado três dias e onde ntervencionado cirurgicamente ao maxilar fracturado.
A PSP contactada pelo jornal Público e pelo pai do jovem, negou terem existido quaisquer agressões e recusou identificar os agentes da patrulha. O Bloco de Esquerda, através da deputada Helena Pinto, já dirigiu uma carta ao Ministério da Admnistração Interna a pedir explicações e a perguntar se este irá agir no sentido de identificar os agentes e saber se irá tomar medidas para os punir disciplinar e criminalmente.
Infelizmente, casos de brutalidade policial absolutamete injustificada como este, repetem-se no quotidiano da nossa sociedade, sobretudo quando se trata de jovens, negros, descendentes de imigrantes e residentes de bairros populares. Esperemos que neste caso, assim como em outros se faça justiça. Domingo, dia 30 de Maio às 17 horas está marcada uma concentração contra a violência policial no Largo de Camões em Lisboa.
“O Snake era negro, rapper, de Chelas. Cria-se um estereótipo. Se fosse branco e usasse gravata, teriam disparado?” Com esta pergunta-resposta, o rapper Sam The Kid, amigo e parceiro de Snake, resumiu à imprensa o que aconteceu com o jovem músico morto com um tiro nas costas pela PSP no dia 16 de Março, em Lisboa.

