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A Universidade de Coimbra à beira da privatização

A Universidade de Coimbra à beira da privatização

Neste momento funcionam, em regime de fundação, as Universidades do Minho, Aveiro, Porto, a Nova de Lisboa e o ISCTE. Prevê-se também, desde que o Reitor, João Gabriel Silva, convocou, em Outubro, a comunidade universitária para uma sessão de esclarecimento sobre a  adoção do regime fundacional, que a Universidade de Coimbra adopte igualmente o modelo fundacional.

O Governo PS, o apoio do BE e PCP e as limitações deste projecto

O Governo PS, o apoio do BE e PCP e as limitações deste projecto

As limitações do Governo PS, com o apoio de BE e PCP, são cada vez mais visíveis. A transformação da austeridade sobre os salários em austeridade sobre o consumo (através de impostos indirectos) é cada vez mais evidente.

Novo Banco – Governo PS negoceia a nossa soberania

Novo Banco – Governo PS negoceia a nossa soberania

Só a manutenção do NB na esfera pública possibilitará, em conjunto com a CGD, a criação de um banco público forte que permita a definição de um plano de investimento económico que combata o desemprego e os baixos salários. É evidente que este é um banco fundamental para a salvaguarda da nossa soberania e, portanto, com enorme interesse público.

Mário Soares, um Ebert português

Mário Soares, um Ebert português

Entre os louvores póstumos que a direita dedica a Mário Soares conta-se, principalmente, o de ter sabido recusar o destino de um “Kerensky português”. É verdade: Soares teve a habilidade, e também a sorte, de escapar a esse destino. Se se pode comparar a alguém, é a Friedrich Ebert, coveiro da revolução alemã.

Mário Soares, o verdadeiro social-democrata

Mário Soares, o verdadeiro social-democrata

O título não é escolhido ao acaso. Soares dizia-se socialista mas vão-nos desculpar, ele era sim um social-democrata.

Após o ano da Geringonça, começar 2017 com o pé esquerdo

Após o ano da Geringonça, começar 2017 com o pé esquerdo

Portugal, como muitas vezes acontece na nossa História, parece viver numa bolha isolada do mundo. 2016 foi o ano da vitória de Trump, da ousadia de Putin, do massacre de Aleppo, da crise dos refugiados: o inaugurar de uma nova era dos extremos. Por cá, em 2016, o centro político restabeleceu-se.

Optimismo e Pessimismo, sobre 2016 e muitas outras coisas

Optimismo e Pessimismo, sobre 2016 e muitas outras coisas

Ainda existem reservas para lutar, os que trabalham estão longe de estar derrotados e podem disputar a saída para a crise. Faz falta retomar a ofensiva e apontar as saídas estratégicas que façam os trabalhadores sentirem que podem vencer. Nesse momento, não nos faltarão à chamada.

Governo PS permite que aumento do salário mínimo seja pago com as reformas

Governo PS permite que aumento do salário mínimo seja pago com as reformas

O Governo PS, apoiado por BE e PCP, permite que aumento do salário mínimo seja pago com as reformas dos trabalhadores.

De acordo com dados da Comissão Europeia, desde 2014, o número de portugueses que recebem o salário mínimo nacional (“SMN”) aumentou 60%1.

Algumas notas sobre o XX Congresso do PCP

Algumas notas sobre o XX Congresso do PCP

1 - É hoje evidente que a direção do PCP encarou os resultados das eleições legislativas de Outubro de 2015 e a consequente viabilização parlamentar do Governo PS como uma “boia de salvação”.

Oilgarve?

Oilgarve?

“Estamos atentos, estamos a equacionar a situação”, proclama o governo PS repetidamente, tanto na AR, onde vários partidos o têm questionado sobre a problemática da exploração petrolífera, quer junto dos media. Temos de nos perguntar o que significa isso na prática?

A Economia cresce... Devemos festejar?

A Economia cresce... Devemos festejar?

Não se trata de um crescimento estrutural, mas de um modelo económico cultivado pela direita e reforçado pelo PS de transformar Portugal num país globalmente virado para o turismo, baseado em trabalho precário e na especulação imobiliária. Ao contrário do que afirma o governo, não é um crescimento para os trabalhadores, mas à sua custa.

Porque é que o Estado financia os partidos políticos?

Porque é que o Estado financia os partidos políticos?

O MAS defende sim que cada partido seja financiado pelos seus próprios militantes e simpatizantes. Fim do financiamento público e do financiamento privado das grandes empresas aos partidos políticos. Só assim, poderemos dar passos para que os partidos defendam os interesses daqueles que representam e os compõem.

Porque somos contra o financiamento público dos partidos?

Porque somos contra o financiamento público dos partidos?

A lei de financiamento público dos partidos teve início em 1993, embora tenha havido várias alterações ao longo dos anos. Inicialmente, a lei previa o financiamento misto (público e privado), mas com a alteração no ano 2000, passou a ser proibido o financiamento privado (empresas) aos partidos.

Porque é que o PCP vai a Cuba com Marcelo Rebelo de Sousa?

Porque é que o PCP vai a Cuba com Marcelo Rebelo de Sousa?

Nos últimos tempos têm surgido diversas polémicas, muitas da vezes artificiais, entre BE e PCP. A mais recente tem a ver com a visita a Cuba promovida pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa a Cuba.

CGD: o banqueiro vai nu!

CGD: o banqueiro vai nu!

Defender a CGD 100% pública e exigir a eleição democrática dos elementos da sua administração, entre eles trabalhadores bancários. É necessário definir democraticamente um plano de investimento anual e desenvolver uma auditoria e controlo permanentes.

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