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Seguir o exemplo Grego: referendo à austeridade também em Portugal!

Seguir o exemplo Grego: referendo à austeridade também em Portugal!

Mais de 61% dos Gregos disseram não ao acordo com que a União Europeia quer esmagar o povo grego. É uma gigantesca vitóra também para nós, jovens e trabalhadores portugueses e um soco no estômago na Europa da austeridade. O caminho da austeridade inevitável era uma mentira na Grécia como é em Portugal.

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OXI! OXI no referendo e nas negociações com o BCE/UE!

OXI! OXI no referendo e nas negociações com o BCE/UE!

         Sem dúvida, o eixo da situação política grega passa até ao próximo Domingo por fazer campanha a favor do “OXI/não” ao acordo com a “troika” (pouco interessa o nome e pouco interessa se o FMI está formalmente presente ou não).

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Grécia: Entrevista a uma jovem grega

Grécia: Entrevista a uma jovem grega

Dimitra G. é uma jovem grega que habita em Lesvos. Com 29 anos de idade, é uma arquitecta desempregada e faz PhD em História. O MAS falou com ela para perceber qual a sua opinião sobre a actual situação grega.

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Grécia: o povo grego volta a vincar o “Não” à austeridade!

Grécia: o povo grego volta a vincar o “Não” à austeridade!

“Não admitimos ser mais humilhados!”, este parece ser o sentimento predominante no seio do povo grego. Foi, aliás, este o sentimento, ou seja, o repúdio a mais austeridade, que levou o Syriza ao governo.

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Grécia: em resposta à exigência imperialista, suspender o pagamento da dívida e nacionalizar os bancos

Grécia: em resposta à exigência imperialista, suspender o pagamento da dívida e nacionalizar os bancos

Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional

Estão em curso negociações entre o governo grego e os dirigentes do imperialismo europeu.

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Estado Espanhol: o novo cenário pós-eleitoral e as investiduras para os novos governos locais

Estado Espanhol: o novo cenário pós-eleitoral e as investiduras para os novos governos locais

Resolução do Comité Estatal de Corriente Roja, partido irmão do MAS no estado espanhol, sobre as eleições autonómas e municipais em Espanha do passado dia 24 de maio de 2015.

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Mediterrâneo: o mar nosso onde os outros morrem

Mediterrâneo: o mar nosso onde os outros morrem
Uma sensação de escândalo e repúdio apoderou-se da opinião pública logo que os media revelaram os contornos do afundamento de um barco transportando imigrantes que demandavam a Europa Ocidental do qual resultou a morte de, pelo menos, 700 pessoas.
As imagens e os relatos dos sobreviventes deste miserável naufrágio atraíram os holofotes da
imprensa internacional para o drama de milhares de homens, mulheres e crianças que, provenientes da África e da Ásia, arriscam a vida em frágeis embarcações sobrelotadas para fugirem da extrema pobreza, da fome e da guerra.
Um drama ininterrupto que roubou a vida a 1700 pessoas desde o início deste ano, imigrantes que pagaram um preço demasiado elevado ao colocarem-se nas mãos das redes de tráfico humano.
Nesse sentido, a repulsa da opinião pública dirigiu-se para os cabecilhas dessas redes, cujos agentes ainda procuraram passar despercebidos entre os sobreviventes. No entanto, as instituições e os governos europeus não se livraram do juízo severo da população europeia que questionou a inação da União Europeia no socorro aos náufragos. Esta atitude negligente patenteada pelos organismos europeus deita por terra os ideais da liberdade, da igualdade e da fraternidade em nome de uma Europa de portas fechadas ao exterior. Ao mesmo tempo um racismo latente expressa-se na crescente aceitação de partidos de ideologia racista e xenófoba, num continente envelhecido, “estéril” e carente de mão-de-obra que alimente um Estado Social em declínio. Na verdade, tal política tem como resultado o perpetuar da exploração dos poucos imigrantes que conseguem atingir o El Dourado onde os espera a condição de “sem papéis” e “ilegais”.
A existência deste contigente de estrangeiros sem documentos, logo, sem direitos e recebendo baixos salários, vai necessariamente, contribuir para a compressão dos salários e direitos dos trabalhadores europeus. No fundo, está em causa o papel da Europa, quer enquanto instigador de guerras em África
e no Médio Oriente, quer, sobretudo, no perpetuar dos desequilíbrios entre Norte e Sul.
Ao mesmo tempo que África e Ásia veem cristalizado o seu papel de fornecedores de matéria-prima e de mão-de-obra quase escrava, prolongando no tempo algo que acontece desde os séculos XV e XVI. Uma última palavra para os dirigentes africanos. Já não alimentamos grandes esperanças no seu desempenho na melhoria das condições de vida dos povos que governam. Estranhamos, contudo, o seu silêncio face à dimensão e gravidade dos acontecimentos.
Urge exigir às instituições europeias uma real assistência humanitária aqueles que procuram uma vida melhor na Europa. Dramas como o que sucedem no Mediterrâneo só poderão terminar quando se abandonar a ideia de uma Europa fechada aos não europeus e forem criadas mecanismos que façam com que aqueles que nos procuram sejam tratados como cidadãos de plenos direitos.

Uma sensação de escândalo e repúdio apoderou-se da opinião pública logo que os media revelaram os contornos do afundamento de um barco transportando imigrantes que demandavam a Europa Ocidental do qual resultou a morte de, pelo menos, 700 pessoas.

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Eleições britânicas indicam sinais de mudança

Eleições britânicas indicam sinais de mudança

Dentro de dois meses, num momento de profundas transformações no continente europeu, acontecerão as eleições para o parlamento britânico. Após anos de austeridade e cortes, mas também de resistência dos trabalhadores e da juventude, as mudanças no cenário político impõem-se. As próximas eleições gerais do Reino Unido serão as mais turbelentas e imprevisíveis desde a Segunda Guerra Mundial.

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PODEMOS: todo o mundo é composto de mudança!

PODEMOS: todo o mundo é composto de mudança!

A base, a vanguarda e a direcção são três partes dos fenómenos políticos, não é possível analisá-las como um todo único e monolítico, fora do momento actual da luta de classes e das suas catacterísticas.

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Não ao Ultimato Alemão! Nenhum passo atrás!

Não ao Ultimato Alemão! Nenhum passo atrás!

As primeiras semanas do novo governo grego já serviram para mostrar que a elite política e financeira Alemã veem a União Europeia e o a Zona euro como o seu quintal.

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Syriza canaliza um enorme repúdio popular aos ataques da troika europeia

Syriza canaliza um enorme repúdio popular aos ataques da troika europeia

Declaração do Secretariado Internacional da Liga Internacional dos Trabalhadores

Superando a vantagem eleitoral anunciada há meses pelas sondagens, o partido Syriza foi amplamente vitorioso nas eleições gregas. O partido Nova Democracia (ND), do antigo primeiro ministro Andonis Samarás – principal executor dos duríssimos ataques económicos à população exigidos pela troika (UE, Banco Central Europeu, FMI) em troca de dois “resgates” de 240 mil milhões de euros –, foi o grande derrotado.

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As eleições gregas e a possibilidade de um governo Syriza

As eleições gregas e a possibilidade de um governo Syriza

Depois da frustrada tentativa do primeiro-ministro, Antonis Samarás, de aprovar o seu candidato, Stavros Dimas, para a presidência do país, em três votações sucessivas no Parlamento, o governo foi obrigado a antecipar as eleições.

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Repudiamos o atentado contra o jornal Charlie Hebdo

Repudiamos o atentado contra o jornal Charlie Hebdo

Comunicado da Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional

O atentado terrorista contra o jornal Charlie Hebdo ocorrido ontem em Paris é um golpe contra a imprensa crítica, mas também contra a luta dos trabalhadores e, em particular, do povo islâmico.

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Acende-se novamente o pavio de Ferguson

Acende-se novamente o pavio de Ferguson

A absolvição do polícia branco Darren Wilson, que assassinou o jovem negro Michael Brown, em Agosto, voltou a gerar uma onda de indignação e mobilizações por todos os EUA.

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