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21 de Janeiro: Não, não andamos a dormir! Estamos prontas para agir!

21 de Janeiro: Não, não andamos a dormir! Estamos prontas para agir!

Testemunhámos no sábado passado um dia histórico. No seguimento da eleição de Donald Trump e marcando-se o dia da sua tomada de posse, mais de 5 milhões de pessoas responderam ao apelo por uma marcha mundial das mulheres e saíram à rua em todo o mundo para manifestar-se contra o recém-eleito presidente dos EUA. Este foi o maior dia de protesto que a história do Estados Unidos já viu.

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Extrema-direita europeia reúne-se e quer repetir a façanha de Trump

Extrema-direita europeia reúne-se e quer repetir a façanha de Trump

“Estamos vendo o fim de um mundo e o nascimento de um novo”. Estas foram as palavras de Marine Le Pen, líder do partido de extrema-direita francês, Front National, este fim de semana num encontro da extrema-direita europeia em Koblenz, na Alemanha.

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A Grécia vive numa Dívidadura

A Grécia vive numa Dívidadura

No final do mês de Novembro, vieram a público notícias que davam como certo um alívio da dívida pública grega em 20% até 2060. Este era um objectivo/proposta do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), para convencer o FMI a entrar no financiamento do actual resgate à Grécia.

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Lições da Revolução Síria: entrevista com Ghayath Naisse, da Corrente Revolucionária de Esquerda

Lições da Revolução Síria: entrevista com Ghayath Naisse, da Corrente Revolucionária de Esquerda

O Esquerda Online começa a publicar vários materiais da esquerda síria para auxiliar na compreensão do complexo processo vivido no país desde o levante de 2011.

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Podemos e PSOE terminam o ano divididos internamente

Podemos e PSOE terminam o ano divididos internamente

O Estado Espanhol 1 é dos países Europeus que encerra mais contradições: uma economia antiga cada vez mais dependente das grandes potências europeias e dos EUA, desindustrializada, cruzada por tensões independentistas, sangrada por uma onda de emigração etc. Um país, como Grécia e Portugal, fustigado pela austeridade imposta após a crise de 2008.

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Porque vamos às concentrações em solidariedade com Allepo?

Porque vamos às concentrações em solidariedade com Allepo?

Há 6 anos o povo Sírio saiu à rua em massa contra Bashar Al-Assad. Este atirou sobre a população e fez os primeiros mortos. A resposta do ditador à oposição na rua abriu uma sangrenta Guerra Civil.

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Assad e Rússia transformam Aleppo num mar de sangue

Assad e Rússia transformam Aleppo num mar de sangue

Em Aleppo, reina o caos e a barbárie. Nos últimos dias, produziram-se verdadeiras cenas de terror nas zonas da cidade que ainda estão controladas pelos grupos rebeldes que lutam contra o regime tirano de Bashar al-Assad.

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Na morte de Fidel Castro solidarizamo-nos com a Revolução Cubana

Na morte de Fidel Castro solidarizamo-nos com a Revolução Cubana

Fidel Castro faleceu. Foi umas das figuras mais controversas do século XX. Qualquer avaliação deste personagem deve partir da revolução Cubana de 1959/60. A poucas milhas do gigante imperialista Norte-Americano, contra uma ditadura facínora, sem apoio, no seu momento inicial, da URSS e do Partido Comunista Cubano, ligado a Moscovo, o povo cubano alçou-se ao poder, numa heróica revolução armada.

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Basta de violência contra as mulheres!

Basta de violência contra as mulheres!

No dia 25 de Novembro é celebrado o Dia Mundial pela Eliminação da Violência Contra a Mulher, estabelecido pelas Nações Unidas em 1999. Este dia transformou-se, lamentavelmente, apenas numa ocasião para fazer um balanço mais sangrento a cada ano. A violência contra as mulheres continua a ser um problema muito sério desta sociedade capitalista: superando todas as fronteiras, não há lugar no mundo onde a violência contra as mulheres tenha sido eliminada, não há lugar no mundo que se possa dizer que é seguro para as mulheres.

 

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O que significa a eleição de Trump para as mulheres?

O que significa a eleição de Trump para as mulheres?

O que aí vem é um desinvestimento ainda maior na saúde (que é já praticada em regime privado ou semi-privado), um retrocesso brutal no direito ao aborto e uma crescente perseguição à liberdade de escolha das mulheres. As políticas machistas de Trump vão afectar as mulheres em geral, mas atacam de forma mais violenta os sectores mais pobres, mais precários e mais marginalizados da sociedade.

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Ainda a propósito das eleições nos EUA

Ainda a propósito das eleições nos EUA

É, portanto, da generalizada crise sistémica do capitalismo, do desespero das velhas políticas, da consequente degradação das condições sociais e económicas e da falta de uma alternativa anti-sistema à esquerda, que o capitalismo dá origem ao regresso de velhas receitas, as saídas pela extrema-direita.

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Prostituição no Blangladesh: mais um cruel exemplo da decadente moral burguesa

Prostituição no Blangladesh: mais um cruel exemplo da decadente moral burguesa

Na sociedade capitalista dos nossos dias, o machismo e a violência sobre as mulheres são problemas gravíssimos, e a selvajaria na luta por obtenção de lucros económicos continua a destruir vidas indiscriminadamente. O que dizer quando a situação atinge patamares verdadeiramente trágicos e desumanos, no que toca à escravatura sexual de crianças. 

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A vitória de Trump: algumas notas para explicar o que parece inexplicável!

A vitória de Trump: algumas notas para explicar o que parece inexplicável!

1 - Embora seja muito tentador, o resultado das eleições norte-americanas não pode ser analisado à luz de supostas características subjetivas, de características psicológicas ou de personalidade, quer de Donald Trump, quer do povo norte-americano.

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Um longo caminho a percorrer na luta contra o machismo

Um longo caminho a percorrer na luta contra o machismo

Na Argentina – mulheres não desarmam

Depois uma jovem ter sido violada por mais de 30 homens em Maio no Brasil, da Argentina chegam relatos de verdadeira barbárie.

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EUA e Rússia assinam acordo para dividir a Síria e derrotar a revolução

EUA e Rússia assinam acordo para dividir a Síria e derrotar a revolução

O governo russo e estado-unidense anunciaram este Sábado (10/09) um acordo para a Síria que implica, a partir de segunda-feira (12/09) um cessar-fogo entre o regime de Bashar al-Assad e as várias facções de grupos rebeldes.

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