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Europa: uma nova fase da crise económica mundial

Europa: uma nova fase da crise económica mundialA Europa, e em particular a Grécia, é hoje o epicentro da situação política e económica internacional. E outros países, como Portugal, Espanha e Grã-Bretanha, estão no mesmo caminho. Esta situação mostra, por um lado, que a União Europeia (UE) e a chamada zona Euro (os 16 países que adoptam o Euro como moeda comum) são hoje o "elo mais débil" da corrente imperialista. Por outro, indica que possivelmente estamos a entrar num novo momento da crise económica mundial.
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Pirataria terrorista em águas internacionais – a barbaridade sionista não tem limites

Pirataria terrorista em águas internacionais – a barbaridade sionista não tem limites

Na madrugada de segunda-feira, dia 31 de Maio, um barco carregado de ajuda humanitária destinado a Gaza, foi violentamente abordado por um comando do exército israelita provocando um banho de sangue entre os passageiros. Os balanços ainda são provisórios mas apontam para algures entre 10 e 20 mortos e um número indeterminado de feridos.

O destino, a Faixa de Gaza, é um território que sofre desde há 3 anos com um bloqueio asfixiante que apenas permite a entrada a conta-gotas de uma reduzida quantidade de bens essenciais, bastante inferior às necessidades daquela população. A “flotilha da liberdade” em questão tinha como objectivo precisamente uma acção de solidariedade para produzir algum alívio à situação desesperada causada pelo bloqueio, carregando materiais como medicamentos, cimento ou cadeiras-de-rodas.

O governo israelita, no estilo cínico a que nos tem habituado, afirma que este ataque brutal levado a cabo pelas suas tropas de assalto se justificou por os barcos trazerem perigosos terroristas e estarem carregados de armas. O barco e a sua carga foram inspecionados por polícias turcos antes de partirem e das 700 pessoas que iam a bordo incluíam-se deputados dos parlamentos alemão e irlandês, um judeu sobrevivente do holocausto nazi, dezenas de jornalistas e centenas de activistas internacionais. Diz ainda, com a cara de pau de quem traz no currículo genocídio, apartheid e limpeza étnica, que os comandos dispararam porque foram atacados pelos passageiros do barco assim que se deu a abordagem. Primeiro ponto, a abordagem deu-se em águas internacionais, a 65 km da costa, o que consiste segundo todas as definições, num acto de pirataria. Logo, tal como numa casa assaltada não é surpresa os residentes tentarem repelir os assaltantes, também a resistência a esta abordagem não o é. Em segundo lugar, trata-se de um barco repleto de civis desarmados atacado por uma unidade de comandos armados de armas automáticas com capacidade de fogo real. E de facto, por muito que os passageiros do barco tenham ripostado, não há vítimas entre os militares israelitas.

Pelo mundo fora, manifestações populares expressaram o seu repúdio a mais este acto da barbárie sionista. Em Lisboa, largas dezenas de pessoas concentraram-se na segunda-feira à tarde em frente à embaixada israelita num protesto a que aderiram várias organizações incluindo o Bloco de Esquerda e o PCP.

É preciso, à semelhança do que aconteceu em Espanha, na Suécia e noutros países europeus, que se convoque o embaixador de Israel em Portugal para apresentar explicações sobre este acto de pirataria e homicídio. Tal como é necessário fortalecer a campanha para forçar a EPAL a quebrar o seu acordo com a Mekorot, empresa pública de águas israelita especializada no roubo de água nos territórios ocupados.

Os acontecimentos vêem provar uma vez mais que não pode haver business as usual com Israel, e que este estado tem que ser boicotado e isolado com toda a firmeza.

Pirataria israelita exige sanções internacionais

Pirataria israelita exige sanções internacionais

Reproduzimos, a seguir, nota do Comité de Solidariedade com a Palestina: “O ataque das Forças Armadas israelitas contra um barco da flotilha de solidariedade com Gaza originou um banho de sangue, com 16 mortos e 50 feridos confirmados até agora. O barco turco levava a bordo mantimentos e medicamentos, que constantemente são negados à população civil da Faixa de Gaza, submetida ao bloqueio israelita. O barco encontrava-se desarmado e claramente em águas internacionais. Foi assaltado, juntamente com mais cinco barcos da flotilha, por forças especiais israelitas.

Ao genocídio contra o povo de Gaza, Israel juntou agora um acto de pirataria sangrenta que faz parecer uma brincadeira de crianças as acções dos piratas somalis. A comunidade internacional que tem tolerado várias décadas de violações do Direito Internacional e a sistemática violação de todas as resoluções da ONU por parte de Israel estaria agora obrigada a tomar uma posição firme de sanções contra um Estado que a si próprio se coloca na posição de um Estado-pária.

O Estado português tem tido uma posição vacilante a este respeito, tendo condenado acertadamente os crimes de guerra israelitas contra a Faixa de Gaza por ocasião da votação do relatório Goldstone, mas acabando depois por aceitar a posição da UE, de admitir Israel como Estado-membro da OCDE. Perante um acto de pirataria sangrenta como este, é tempo de acabar com as vacilações. A diplomacia portuguesa deveria tomar uma posição clara.

Também a Câmara Municipal de Lisboa, que tem entre mãos desde há mais de um ano uma resolução aprovada pela Assembleia Municipal para geminar simbolicamente as cidades de Gaza e Lisboa, deveria decretar um boicote a todos os contactos, políticos, comerciais e culturais, com o Estado-pirata israelita. A CML deveria também chamar a EPAL a explicar-se sobre o acordo que assinou com a Mekorot, a empresa das águas israelita, especializada no roubo da água palestiniana e cúmplice no extermínio pela sede de todo o povo de Gaza.

 

Exigimos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros, à semelhança do que a Espanha, a Suécia e outros governos europeus estão a fazer, convoque o embaixador de Israel em Portugal para apresentar explicações sobre este acto de pirataria e a sua consequente chacina.”

 

Várias organizações, entre as quais o Comité de Solidariedade com a Palestina, convocam uma concentração para hoje, às 17h30, frente à embaixada de Israel.

Solidariedade com a classe operária e o povo grego!

Solidariedade com a classe operária e o povo grego!No dia 5 de maio a classe trabalhadora e o povo grego voltaram a paralisar completamente o país contra o brutal plano de ajuste da União Européia e do FMI, aplicado pelo governo “socialista” do Pasok. Era a quarta greve geral desde que, em dezembro passado, se desencadeou a crise da dívida grega. Marchas multitudinárias tomaram conta de Atenas e todas as cidades gregas. Dezenas de milhares de manifestantes cercaram e atacaram o parlamento grego, a grande instituição da democracia burguesa, convertido em câmara de preservação dos ditames das grandes potências da União Européia. Os choques com a polícia foram generalizados. Uma nova convocatória da greve geral está em marcha para o dia 20 de maio.

“Querem que voltemos a ser pobres”
O plano de ajuste é draconiano: cortes do emprego público; redução de 25% do salário dos funcionários públicos; redução das pensões em 20%; aumento da idade de aposentadoria; grandes cortes nos serviços públicos; graves retrocessos nos direitos trabalhistas, como a abolição dos convênios coletivos e a liberalização e barateamento das demissões; fortíssima alta de impostos (o IVA sobe de 19 para 23% e a gasolina, o álcool e o tabaco 10%, enquanto se reduzem os impostos aos empresários); privatizações de tudo o que se possa privatizar.

Os trabalhadores gregos têm definido com precisão o objetivo do plano: “querem nos converter em pobres”, “devolver-nos aos anos 50”. É um plano para sangrar selvagemente o povo grego para que os banqueiros alemães, franceses e gregos e outros abutres financeiros sigam enriquecendo com o grande negócio da dívida pública. Para isso, converteram a Grécia em um protetorado econômico sem soberania nacional.

A UE à beira do abismo
A crise grega e seu efeito de “contágio” tem sido o detonador de uma crise geral que tem colocado a Zona do Euro e a UE à beira do abismo e ameaça com uma nova crise financeira mundial, porém mais devastadora que a que se desencadeou após a quebra do Leman Brothers em 2008. Em uma tentativa desesperada de salvamento, a UE aprovou um megaplano europeu de “resgate”, dotado de 750 bilhões de euros, destinado a empréstimos de emergência aos países do Euro em risco de moratória. O FMI (onde os EUA tem voz predominante) vai pagar um terço desses empréstimos. Foi acordado também que o Banco Central Europeu compre dívida pública e privada dos países em perigo e mantenha todas as facilidades de crédito aos bancos. Ao mesmo tempo, os governos da Alemanha e França impuseram um estrito sistema de controle que, ao estilo da Grécia, transforma os países “periféricos” em verdadeiros protetorados econômicos.

A chave do plano de salvamento da UE não é outra que impor um retrocesso histórico à classe trabalhadora europeia. Por isso foram estabelecidos condições drásticas para pertencer à Eurozona e à EU e medidas draconianas para receber os fundos de “resgate”, segundo o modelo grego. Indigna escutar que são empréstimos para “ajudar a Grécia”, quando o povo trabalhador grego não vai ver um só euro dessa “ajuda” mas, pelo contrário, apenas sanções e sofrimentos.

Grécia prenuncia os planos de ajuste para toda a Europa, começando pelos países mais débeis como Portugal, o estado espanhol, Irlanda ou Itália. Os governos espanhol e português já anunciaram um drástico pacote de endurecimento de seus planos de choque. Esses planos estão fadados, além disso, a aprofundar o retrocesso econômico e acabará gerando mais déficit público e mais dívida... até que o país, sangrado e exausto, não possa pagar e se veja obrigado a declarar a suspensão dos pagamentos.

Fora UE! Por uma Europa dos trabalhadores e dos povos”
Grécia deixou em evidência que não há saída dentro da UE nem no marco do respeito às bases do capitalismo. A UE se mostrou como expressão escancarada de toda a Europa do Capital e como um aborto anti-democrática irreformável. A profundidade da crise grega, a catástrofe que representa ao povo grego, só pode ser enfrentada ao se declarar o não reconhecimento da dívida pública, rompendo com o Euro e com a UE e tomando medidas drásticas e urgentes para reorganizar a economia a serviço da grande maioria: expropriando os bancos, nacionalizando as empresas estratégicas, repartindo o trabalho, estabelecendo o monopólio do comércio exterior e buscando a solidariedade de classe dos trabalhadores europeus, na luta comum por uma Europa dos trabalhadores e dos povos, por um Estados Unidos da Europa.

“Somos todos trabalhadores gregos”
O conflito grego é a primeira grande prova da força entre o capital financeiro e a classe trabalhadora europeia, que tem tido a sorte de que esta primeira grande prova se desenvolve na Grécia, o país com a classe trabalhadora mais combativa do continente e onde a burocracia sindical se encontra com mais dificuldades para controlar um movimento operário cuja base tem um importante peso da esquerda classista e combativa.

Os trabalhadores gregos são um exemplo magnífico de combatividade e coragem para toda a classe operária europeia. Eles apontam o caminho a seguir e merecem, como parte mais avançada que são, a mais ampla solidariedade de classe. Todos temos que responder ao chamado dos trabalhadores gregos: “Povos da Europa, levantem-se”. A luta da Grécia é nossa, de todos. Apoiar Grécia e unir forças contra os planos de ajuste é a grande tarefa dos trabalhadores.

Organizar a resistência unificada na Europa
Diferentes organizações sindicais europeias firmaram um manifesto intitulado “Somos todos trabalhadores gregos”, em que afirmam: “Para salvar seu sistema capitalista, os empresários e os acionistas se organizaram internacionalmente: o movimento sindical deve atuar atravessando fronteiras para impor outro sistema diferente (...) Esperamos avançar na instauração de uma rede sindical alternativa na Europa, aberta a todas as forças que queiram lutar contra o capitalismo e o liberalismo. Desenvolvamos e coordenemos as lutas sociais e construamos a resistência comum em toda a Europa! Frente a crise a greve geral é necessária! Nós a queremos construir!”

Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional
Maio de 2010

Apontamentos da Grécia: Greve Geral de 20 de Maio

Apontamentos da Grécia: Greve Geral de 20 de Maio

1. A primeira questão que fica claro para quem chega de longe a Atenas neste dia 20 de Maio é que de facto houve uma verdadeira greve geral. Os transportes totalmente parados, não circularam nem um metro e nem um autocarro. Há até quem diga que terá sido um erro este sector da classe trabalhadora parar totalmente. Com efeito, na última greve geral, a 5 de Maio, estes transportes funcionaram durante algumas horas para poderem, essencialmente, transportar manifestantes para o centro da cidade onde ocorreria a respectiva manifestação de massas que sempre acompanha o decretar de cada greve geral na Grécia. Assim, disseram alguns, o facto de esta manifestação de hoje ter contado com muito menos gente nas ruas se deveu, em parte, a este factor: não haver transporte para o centro de Atenas. Evidentemente que não terá sido a razão principal porque se passou de 350.000 manifestantes em 5 de Maio para cerca de 85.000 de hoje, haverá certamente outras explicações. De qualquer forma parecia ser consensual no activismo e na media que a manifestação era bem menor que a da última greve geral, mas a amplitude “por baixo”, de paralisação efectiva de serviços, fábricas, portos, universidades, escolas, transportes etc., era bem mais significativa. Suspeita-se que poderá haver algum cansaço ao fim de várias greves gerais e de inúmeras manifestações de massas para tão só uns 4 a 5 meses e, essencialmente, porque estas manifestações parecem não ter um objectivo fundamental a defender, ou uma lei concreta a revogar, são (talvez) mais a expressão de raiva anti-sistema capitalista (e as últimas medidas de austeridade) que coloca tanta gente nos protestos e nas ruas.

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Apontamentos desde a Grécia (II)

Apontamentos desde a Grécia (II)Hoje vou falar um pouco sobre o que fez rebentar a ira dos trabalhadores gregos bem como sobre outros elementos interessantes que estão presentes na actual situação política grega. O governo do suposto “partido socialista” (Pasok) resolveu, para atacar aquilo a que chamam de crise, cortar nos salários dos trabalhadores, primeiro de todos os funcionários públicos e pensionistas e já se fala que o farão para os trabalhadores do sector privado. Os cortes são na ordem, em muitos dos casos, de cerca de 30% do salário e por mês. A particularidade da realidade grega é que devido às (más) negociações das burocracias sindicais com o poder ao longo dos últimos anos, um funcionário público tinha um (relativo) baixo salário, na ordem de uns 800 euros mas que era compensado com vários extras (de acordo com o facto de se têm filhos a cargo, se dominam outras línguas, etc) com o que poderiam fazer crescer o salário para quase o dobro. Os cortes, calcula-se que em muitos casos podem atingir cerca de 300 euros por mês ou um pouco mais, o que equivale a uma renda de casa, por exemplo.
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Apontamentos desde a Grécia

Apontamentos desde a Grécia

Quando falámos pela primeira vez com um estudante na Universidade de Arquitectura de Atenas (com 1000 estudantes) e lhe perguntámos como foram as quatro últimas greves gerais no país ele corrigiu-nos de imediato: “Não sei se foram oito ou dez, mas não foram quatro greves gerais…”. Ficámos abismados. E nomearam a primeira, a segunda (em 10 de Fevereiro), a terceira (24 de Fevereiro) a quarta (parece que de dois dias em 21 e 22 de Março) e as seguintes já tinham perdido a conta.

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Nem Deus nem César

Nem Deus nem César

De repente, na histeria da recepção a Bento XVI, os nossos fazedores de opinião puseram-se a zurzir forte e feio nos preconceitos laicistas, jacobinos e maçons. Que são preconceitos esquemáticos, que pretendem separar hermeticamente o que é de deus e o que é de césar, que confundem um Estado laico com uma sociedade laica e assim por diante.

Acontece que todo este palavreado é, ele próprio, esquemático, porque toma como alvo o laicismo republicano e burguês da Primeira República. Esse laicismo burguês há muito que está morto e enterrado. Ele é um alvo fácil porque fracassou. Concebia o combate ao obscurantismo religioso como revolução cultural, quando na realidade esse combate só é possível mediante uma revolução social.

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Façamos como na Grécia!

Façamos como na Grécia!

Os trabalhadores de toda a Europa estão ao lado dos trabalhadores gregos!

Os trabalhadores gregos, com a sua corajosa luta, estão a dar o exemplo de que como deve proceder a classe trabalhadora europeia frente à chantagem dos seus governos e os seus planos de austeridade. Greves gerais e mobilizações de massa, cada vez mais radicalizadas, sucedem-se naquele país, cujo governo, liderado pelo partido socialista grego (PASOK) do primeiro-ministro George Papandreou, quer impor aos trabalhadores e ao povo grego medidas ainda mais duras que as contidas no PEC português.

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Todo apoio à luta do povo palestiniano! Pelo fim do Estado de Israel!

Todo apoio à luta do povo palestiniano! Pelo fim do Estado de Israel!Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI), publicada poucos dias antes da entrada de tanques e veículos blindados israelitas em Gaza, em finais de Março, na primeira incursão de Israel naquele território após o genocídio praticado em Janeiro de 2009, quando o exército de Israel matou 1.400 palestinianos, a maioria civis. A tensão cresce nos territórios palestinianos, devido à política provocatória de Israel, que pretende ampliar os colonatos em Jerusalém e pressiona o Egipto para ultimar a construção de um muro subterrâneo ao longo de sua fronteira com Gaza, para impedir a passagem de palestinianos e reforçar o cerco. O Hamas classifica esta obra de “muro da morte”.
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A morte de Orlando Zapata Tamayo e as liberdades em Cuba

A morte de Orlando Zapata Tamayo e as liberdades em CubaA morte do preso cubano Orlando Zapata Tamayo, logo após uma longa greve de fome, tem provocado uma grande polémica internacional. É que as circunstâncias do caso e a sua repercussão internacional têm demonstrado de forma chocante a actuação do governo cubano e qual deve ser a atitude das organizações de esquerda em casos como este. O debate obriga-nos a aprofundar o tema e leva-nos a responder a pergunta sobre o que é actualmente o Estado cubano.
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A crise grega e a União Europeia

A crise grega e a União EuropeiaO rebaixamento da qualificação internacional da Dívida Pública grega, em Dezembro passado, foi o sinal para o desencadeamento de uma grande onda especulativa, que deixou a Grécia em estado de choque e desencadeou o pânico no seio da União Europeia (UE). O problema era que a Grécia devia refinanciar 53.000 milhões de euros de dívida em 2010, mas já não podia fazê-lo e ia entrar em suspensão de pagamentos.
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Chile: governo é incapaz de responder à catástrofe

Chile: governo é incapaz de responder à catástrofeNa madrugada de 27 de Fevereiro, grande parte de nosso país foi atingida por um terramoto, sentido desde Coquimbo, no Norte, até Valdivia, no Sul; na zona central do país, de Santiago a Conceição, o terramoto foi devastador. Como sempre, os mais atingidos foram os trabalhadores e o povo.
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8 de Março: 1910 – 2010, cem anos de luta contra a exploração, o machismo e pelo socialismo

8 de Março: 1910 – 2010, cem anos de luta contra a exploração, o machismo e pelo socialismo No ano em que se comemoram os 100 anos do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, a Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI) conclama a que a crise seja paga pelos capitalistas e apela ao total apoio às mulheres trabalhadoras e pobres do Haiti (foto).
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Greve geral paralisou a Grécia

Greve geral paralisou a GréciaNo dia 24 de Fevereiro, na semana passada, o país europeu mais afectado pela crise económica praticamente parou, no segundo dia de greve geral só naquele mês. A Grécia já havia parado no último dia 10, quando funcionários públicos e privados cruzaram os braços contra a política de cortes, aumento de impostos e redução salarial do governo. Desta vez, mais de dois milhões de trabalhadores pararam, registando uma escalada nas mobilizações contra o governo do “socialista” George Papandreou.
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